Corpo de empresária morta na BR-040 é enterrado em Petrópolis, RJ - Jornal Cruzeiro do Vale

Corpo de empresária morta na BR-040 é enterrado em Petrópolis, RJ

27/06/2012

O corpo da empresária Teresa Cristina Fontaine foi enterrado na manhã desta terça-feira (26) no  Cemitério de Petrópolis, na Região Serrana do Rio. O sepultamento ocorreu por volta das 9h. Teresa é filha de um dos sócios fundadores da Casa do Alemão, um dos mais tradicionais restaurantes do Rio.

A empresária foi morta domingo (24), durante tentativa de assalto, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Mesmo sem reagir, os criminosos atiraram no carro da vítima na BR-040, Rodovia Rio-Petrópolis.

Pela manhã, a Polícia Civil buscava pistas dos suspeitos do crime, como mostrou o Bom Dia Rio (veja vídeo acima).

O crime aconteceu por volta das 21h. O engenheiro Francisco Santana, voltava de Petrópolis, na Região Serrana, com a mulher Teresa Cristina e o filho dela de 8 anos, e parou para abastecer o carro num posto em Duque de Caxias. Assim que saía do local, eles foram abordados por criminosos.

?Depois de abastecer saindo da lateral para a principal, na bifurcação, um carro parou na nossa frente, e eu, até alertado pela minha mulher, desviei o carro. Na hora de desviar o carro, uma pessoa saiu do carro e deu dois tiros no carro?, contou Francisco Santana.

Dos dois tiros, um atingiu Teresa, de 47 anos. O filho estava no banco de trás e não se feriu.

Família reclama de ausência de policiais
Segundo o engenheiro, logo em seguida os criminosos fugiram, e ele procurou ajuda para socorrer a mulher. A família teve que percorrer quase vinte quilômetros até chegar ao batalhão da Maré, na Linha Vermelha. A mulher foi levada para o Hospital de Bonsucesso, onde morreu.

Na segunda-feira (25), policiais rodoviários federais passaram a tarde à procura de pistas dos assassinos, que ainda não foram identificados.

?Tinha que ter um policiamento ostensivo ali, principalmente em Caxias. Para você ter uma ideia, eu só achei um policial, que seja polícia federal, polícia civil, polícia militar, eu só encontrei um policial na Linha Vermelha, quando eu parei dentro do batalhão. Até lá eu não encontrei nenhuma viatura, não encontrei nada?, desabafou Francisco.

Texto: Portal G1

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