Polícia Civil apreende pássaros silvestres em cativeiro - Jornal Cruzeiro do Vale

Polícia Civil apreende pássaros silvestres em cativeiro

24/05/2012

Agentes da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Ituporanga, em ação conjunta com a Polícia Militar, apreenderam na tarde de ontem (23), nove pássaros silvestres que estavam sendo mantidos em cativeiro, e autuaram em flagrante José Luis Abreu, 43 anos.

Os Policiais receberam a denúncia de forma anônima, informando que Abreu possuía diversas aves silvestres em cativeiro. Os agentes realizaram buscas no local indicado pelo denunciante, encontrando os animais presos em gaiolas, na própria residência de Abreu, em desconformidade com a Legislação Ambiental.

Ele responderá a Termo Circunstanciado por manter animais silvestres em cativeiro de modo ilegal, além de receber multa de R$ 500 reais por pássaro, totalizando R$ 4,5 mil reais. Os animais foram encaminhados à Polícia Militar Ambiental da cidade de Rio do Sul, para posteriormente reintroduzir os animais na natureza.

Texto: Douglas Rossi | Assessoria de Imprensa

Comentários

Sabiá Cantador
25/05/2012 13:25
Levantem os olhos sobre o mundo e vejam o que está acontecendo à nossa volta, para que amanhã não sejamos acusados de omissão, se o homem, num futuro próximo, solitário e nostálgico de poesia, encontrar-se sentado no meio de um parque forrado com grama plástica, ouvindo cantar um sabiá eletrônico, pousado no galho de uma árvore de cimento armado.
Sandro
24/05/2012 21:27
Meu amigo, mesmo que estranho! Que béla lembrança...!!! E que béla cacetada no aproveitador de passáros!!! CONFÉÇO QUE LI E ME ARREPIEI!!! (CHICO REI & PARANÁ)!!
Canarinho Prisioneiro
24/05/2012 17:46
Sou aquele canarinho que cantou em seu terreiro
Em frente sua janela eu cantava o dia inteiro
Depois fui pra uma gaiola e me fizeram prisioneiro
Me levaram pra cidade, me trocaram por dinheiro

No porão daquele prédio era onde eu morava
Me insultavam pra cantar mas de tristeza eu não cantava
Naquele viver de preso muitas vezes imaginava
Se eu "arroubasse" essa gaiola, pro meu sertão eu voltava

Um dia de tardezinha veio a filha do patrão
Me viu naquela tristeza e comoveu seu coração
Abriu a porta da grade me tirando da prisão
Vá-se embora canarinho, vá cantar no seu sertão

Hoje estou aqui de volta desde as altas madrugadas
Anunciando o entardecer e o romper da alvorada
Sobrevoando a floresta e alegrando a minha amada
Bem feliz por ter voltado, pra minha velha morada.

(Chico Rey e Paraná)

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