Acidente envolve viatura dos bombeiros e van no bairro Figueira - Jornal Cruzeiro do Vale

Acidente envolve viatura dos bombeiros e van no bairro Figueira

15/03/2014
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Uma ambulância do Corpo de Bombeiros de Gaspar colidiu com uma van por volta das 16h deste sábado, dia 15, na rua Anfilóquio Nunes Pires, próximo à danceteria Nudh, no bairro Figueira. A viatura estava sem pacientes e se deslocava de uma ocorrência de caso clínico no Bela Vista para outro chamado no bairro Margem Esquerda quando colidiu lateralmente com a van, com placas de Florianópolis, que seguia sentido Blumenau.

Uma das passageiras da van sofreu ferimentos leves ao ser atingida no abdômen pelo encosto do banco. Ela foi conduzida ao Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. O soldado Vicente, do Corpo de Bombeiros, também sofreu apenas alguns pequenos cortes no rosto. Segundo ele, a van teria invadido parte da pista contrária, o que teria causado a batida entre as laterais dos veículos. Viaturas da Polícia Militar e da Polícia Civil estiveram no local para atender a ocorrência.

 

Edição 1570

Comentários

Fabiano Jovinski
22/03/2014 01:18
Quero fazer um adendo no item 2, do comentário acima.

Estávamos saindo de um atendimento e indo para outro. Saindo de um clínico, para um incêndio, prestar apoio à outra guarnição. Estávamos sim, com todas as sinalizações luminosas da viatura ligadas (não só o giroflex em cima da cabine, e sim, esta e as luzes estroboscópicas na frente, lateral e traseira) e também, estávamos com 2 sirenes ligadas; a FÁ -DÓ, sirene típica de bombeiro e a YELP, sirene típica de ambulâncias. Então, não afirme de boca cheia que íamos sem nenhuma sinalização, pois assim, o camarada está usando inverdades para defesa própria.

No item 8, só para ficar bem claro, com a nossa sirene, lembro bem que um Peugeot 206 e um Fiat Uno já estavam trafegando no acostamento, quando estávamos iniciando a ultrapassagem em cima deles. Então, aqui também, não afirme que vocês teriam atingido os veículos a frente da viatura.

Como mesmo disseste, o fluxo estava intenso, e por este motivo, em momento algum, estávamos avançando para a contra-mão, aguardávamos os veículos a frente ir para o acostamento e assim, eram ultrapassados. Tenho quase 18 anos de corporação, o Cb Vicente tem 25 anos e pelo menos mais de 20 somente na condução de veículos de emergência, sendo este o primeiro acidente do mesmo. Portanto, aqui, somos profissionais. Sabemos muito bem o que nos rege no Código de Trânsito, as condições que temos preferência, como também, sabemos que nossas viaturas são também, veículos rodoviários e estão sujeitos a acidentes. Ninguém bate intencionalmente, ninguém bate à toa por aí, só por diversão. Os fatos serão apurados, porém, opiniões contrárias devem ser guardadas.

Era o que eu tinha a esclarecer. Se for replicar, que seja com coerência e em conversa de adulto. Já aviso que resposta é de acordo com o teor.
Rafael Frutuoso
17/03/2014 16:49
Seguem correções ao relato da ocorrência, feitas por este passageiro da van envolvida na colisão.

1- Trafegávamos sentido BR-101 - Blumenau, quando chegando na referida localidade, o trânsito tornou-se mais intenso e lento.

2- Em virtude disso, a viatura dos bombeiros, que vinha em sentido contrário (sem estar prestando atendimento urgente, como relatado pela própria guarnição) mudou de faixa e seguiu na contramão, sem acionar sirenes, lanternas, alertas ou outro equipamento de sinalização da mesma.

3- Ao fazer isto, não esperou os veículos de sua faixa de rodagem permitirem a sua passagem e nem a completa saída de nossa van da faixa de rodagem em que estávamos corretamente seguindo, para iniciar a aceleração.

4- Como o motorista da van de passageiros já estava se encaminhando para o acostamento da faixa de tráfego onde estava, com o fito de ceder a passagem a referida viatura, esta mesma acertou a van de passageiros, com ponto de impacto iniciando pela porta do motorista, e seguindo por toda a sua extensão lateral, amassando completamente a lateral esquerda da van de passageiros e quebrando todos os seu vidros; a lateral da viatura do corpo de bombeiros sofreu poucos danos, o que invalida por completo o relato de que a van de passageiros é que teria invadido a pista contrária.

5- Dos passageiros da van, uma sofreu cortes superficiais, causados pelos estilhaços dos vidros, lançados pelo impacto da viatura ao atingir a van de passageiros, que frise-se, seguia em sua correta faixa de rolagem: outra passageira sofreu batida em seu braço, resultando em escoriações e uma terceira passageira teve duas costelas quebradas, em virtude do impacto com a lateral do veículo, não tendo atingido o banco dianteiro nem tendo ferimentos no abdômen.

6- A vítima de fratura foi encaminhada não ao Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, como erroneamente informado, mas sim ao Hospital Santo Antônio.

7- Informe-se que membros da guarnição não afetados pela colisão prestaram pronto atendimento aos passageiros da van, e outra guarnição que veio atender a ocorrência foi de uma competência impar.

8- O relato apresentado como sendo do soldado Vicente, está incorreto ou tem a intenção de eximir culpa, visto que todos os passageiros da van observaram a viatura vir de encontro a van de passageiros; se referida van estivesse na contramão como alegado pelo relato, teria atingido os vários veículos que trafegavam a frente da viatura do corpo de bombeiros, sendo assim a ocorrência teria acontecido com outros veículos, não com a referida viatura.

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