A Câmara de Vereadores de Gaspar recebe amanhã, quarta-feira, uma Audiência Pública realizada com o objetivo de prestar contas à comunidade sobre diversas questões referentes ao Hospital de Gaspar. O evento tem início marcado para as 18h30 e acontece no Plenário da Câmara.
Dentre as principais questões que deverão ser esclarecidas pelos gestores da entidade, estão o custo total da reconstrução, com dados detalhados contendo custo da obra física, aparelhamento, contratação de mão de obra e serviços para a abertura; valor pago à empresa de consultoria e para contratação de mão de obra para prestação de serviços após a abertura.
Além disso, a Audiência Pública deverá esclarecer as principais informações sobre as despesas de manutenção do hospital e planejamento para o pagamento; origem dos recursos para quitar as despesas; esclarecimento acerca de ainda não ter sido efetivado convênio com a Unimed; política de captação de recursos para a viabilização financeira do Hospital; dentre outros.
O encontro foi agendado pelos vereadores Antônio Carlos Dalsochio, Jorge Luis Wiltuschnig e José Amarildo Rampelotti, que apresentaram um requerimento solicitando a realização do evento no último mês de março. Na ocasião, o vereador Amarildo Rampelotti explicou que a iniciativa deve-se à preocupação da comunidade e da imprensa principalmente com relação aos custos e valores aplicados na obra de reformulação da entidade. ?Existe uma série de questionamentos que precisam ser esclarecidos. Esperamos que a comunidade participe em peso dessa audiência?, destacou.
Para o encontro serão convidados, além dos vereadores, a comunidade em geral, entidades representativas de classes, lideranças comunitárias, o secretário de Saúde Francisco Hostins Júnior, o prefeito Celso Zuchi e os representantes do Conselho de Administração e do Comitê Gestor do Hospital, Celso de Oliveira e Samir Buhatem.
Hospital
O Hospital de Gaspar foi inaugurado em dezembro do ano passado após passar quase três anos fechado. Com a reformulação do espaço e construção novas alas, a entidade se tornou capaz de dobrar o número de atendimentos à comunidade e já se tornou referência na região pela qualidade e adequação às normas da Anvisa. O local havia sido interditado em março de 2007 por falta de condições de funcionamento.

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