
O acidente que tirou a vida de duas jovens na BR-470, em Gaspar, está prestes a completar quatro anos. Desde então, as famílias de Suelen Hedler da Silveira e Amanda Grabner Zimmermann lutam por justiça.
Esta semana, a justiça marcou uma perícia no local em que tudo aconteceu. O pedido foi feito pela defesa de Evânio Prestini, motorista do carro que atingiu o veículo em que as jovens estavam. Um perito foi designado pela justiça. A data da perícia não foi divulgada.
No carro de Suelen e Amanda estavam também outras três jovens. Elas aguardam o pagamento de indenizações referentes aos traumas sofridos. Além de danos morais, uma delas pede judicialmente uma cirurgia reparadora do nariz.
O júri popular ainda não foi marcado.
No dia 23 de fevereiro de 2019, as vidas de Suelen Hedler da Silveira, Amanda Grabner, Maria Eduarda Kraemer, Thayná Cirico e Thainara Schwartz mudaram completamente. Por volta das 6h, elas seguiam pela BR-470, em Gaspar, em um Fiat Pálio que foi atingido por um Jaguar. Suelen, de 21 anos, estava no banco da frente e morreu na hora. Amanda, de 18, chegou a ser socorrida com vida, mas o estado grave fez com que ela não aguentasse e tivesse a morte confirmada no hospital.
Evânio Prestini dirigia o carro e foi flagrado em visível estado de embriaguez. Câmeras de segurança chegaram a registrar a alta velocidade do Jaguar que ele conduzia. No teste do bafômetro, foi comprovado o que era visível: o consumo de álcool que resultou na direção perigosa. Ele chegou a ser preso em flagrante.


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