Conselho fará reunião após resposta negativa da Justiça - Jornal Cruzeiro do Vale

Conselho fará reunião após resposta negativa da Justiça

28/05/2014

O Conselho de Administração do hospital de Gaspar, que gerenciava a instituição hospitalar até a intervenção da Prefeitura, na semana passada, irá se reunir nesta quarta-feira, dia 4, para definir quais serão as direções depois de receber uma resposta desfavorável da Justiça para a liminar solicitada na semana passada. Na tarde da última sexta-feira, 30, já havia ocorrido uma reunião em que os conselheiros analisaram o decreto da Prefeitura. Neste encontro, porém, os conselheiros da antiga administração não tinham conhecimento da decisão do juiz, que foi expedida no início da noite de sexta.

De acordo com o vice-presidente do Conselho de Administração do hospital de Gaspar, Rogério Alves de Andrade, embora haja a necessidade de confirmação dos conselheiros sobre novas ações na Justiça contra a intervenção do município, ele acredita que possivelmente haverá uma ação judicial recorrendo do indeferimento da liminar, além de outras ações jurídicas. ?O hospital é uma instituição privada que presta serviço para entidades públicas e privadas. A medida da prefeitura foi arbitrária ao invadir uma entidade privada?, reafirmou.

Liminar negada

Na sexta-feira, o juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges indeferiu o pedido de liminar do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Com isso, o decreto da Prefeitura que permitiu a intervenção do Executivo nas instalações físicas do hospital de Gaspar continua valendo. Segundo o magistrado, o município teve base para intervir no hospital pelo fato de o decreto consistir em um instituto jurídico restritivo ao direito de propriedade previsto pela Constituição Federal, que autoriza o Poder Público quando necessário a utilização de bens imóveis, móveis e serviços particulares, em caso de iminente perigo público, mediante indenização posterior, se houver dano. ?Não procede a alegação do demandante de que o município não teria competência para execução do ato requisitório? afirmou o juiz na decisão.

Procurado pela reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale, o advogado contratado pelo hospital de Gaspar não quis se manifestar sobre a decisão e os argumentos usados pelo magistrado Raphael de Oliveira e Silva Borges. Ele afirma ainda que irá recorrer da decisão do juiz caso os membros do Conselho de Administração venham a fazer esta solicitação.

Fabiano Amorim, um dos gestores responsáveis do hospital de Gaspar, da empresa Amorim & Associados ? Consultoria e Saúde, que tem operacionalizado a gestão do hospital após a intervenção do Executivo, avisa que todos os serviços do hospital estão funcionando normalmente. ?Todos os serviços estão em funcionamento. Creio que a oficialização da gestão plena da saúde conseguida pelo município irá facilitar e agilizar a administração do hospital, pois quem irá fazer os repasses das contratualizações será a própria Prefeitura?, afirma Fabiano.

Edição 1593 

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Justiça nega liminar ao hospital e intervenção continua

O juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges não concedeu a liminar solicitada pelo Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A resposta foi publicada na noite desta sexta-feira, dia 30. Com o indeferimento do pedido feito na quarta-feira, o decreto da Prefeitura que permitiu a intervenção do Poder Executivo nas instalações físicas do hospital de Gaspar continua valendo. 

Argumentos como a dependência do hospital com relação à verba municipal para a sua sobrevivência, conforme, segundo o magistrado, citado pelo próprio hospital nos meios de comunicação da região, e dificuldades financeiras em pagamentos com fornecedores foram citadas na sentença do magistrado.

?Tendo o feito principal sido julgado improcedente e não havendo nenhuma medida liminar que pudesse ser mantida com vistas a obstar a execução, é impossível a concessão da medida cautelar?, decreta o juiz. 

 

Edição 1593

 

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Hospital vai à Justiça contra intervenção da Prefeitura

Um pedido de liminar contra o decreto da Prefeitura que permitiu a intervenção do Poder Executivo nas instalações físicas do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro chegou à mesa do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges ainda nesta quarta-feira, por volta das 19h. Antes de analisar o pedido de liminar do hospital, o magistrado determinou a realização de vistoria na instituição hospitalar com o objetivo de checar qual é o real estado de todas as atividades médicas.

De acordo com a assessoria jurídica do magistrado, o oficial de justiça já retornou com as informações requisitadas pelo juiz. A vistoria não apresentou risco iminente em itens como atendimento hospitalar à população. A ação judicial foi encaminhada ao Ministério Público para que o MP fizesse as considerações no processo.

Nesta quinta-feira, o MP já fez suas considerações e a liminar já retornou à mesa do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges, que tem até cinco dias corridos para dar um parecer sobre a solicitação de liminar da instituição hospitalar.  Caso haja um parecer favorável do juiz em favor do hospital, o decreto deixaria de valer.

Com relação à outra solicitação de liminar do hospital, entregue à Justiça no dia 22 de maio, o processo também já está na mesa do magistrado para ser analisado e respondido em até cinco dias corridos. Nesta liminar, o hospital pede uma nova decisão judicial para que o que o município continue repassando os valores referentes ao convênio que mantinha com a instituição até dezembro do ano passado.

 

Intervenção da prefeitura

Nessa quarta-feira, após a publicação do decreto pelo prefeito Pedro Celso Zuchi, integrantes do chamado Conselho de Intervenção, nomeado pelo Executivo, estiveram na instituição hospitalar para fazer a vistoria nos bens do hospital e para pegar todas as chaves da entidade. Durante a ação houve inclusive troca de fechaduras nas portas do hospital. 

A requisição do hospital irá vigorar por até seis meses, contados da vigência do decreto, podendo cessar antes de seu termo final ou ainda ser prorrogado por períodos sucessivos. A Comissão de Intervenção já se reuniu e definiu a nomeação de uma empresa de Brusque para efetuar a gestão operacional do hospital.

Edição 1592
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Prefeitura intervém no hospital por meio de Decreto 

img7774GG.jpgApós a publicação do decreto no Diário Oficial da União por volta das 16h, que diz respeito a uma intervenção do poder Executivo no hospital de Gaspar, alguns dos integrantes do chamado Conselho de Intervenção, nomeado pelo Executivo, formado por cidadãos da sociedade civil, sendo José Eduardo de Souza, da Acig, o presidente, estiveram por volta das 17h na instituição hospitalar para validar o decreto e já assumir a gestão administrativa e operacional do hospital.  

A requisição do hospital irá vigorar por até seis meses, contados da vigência do decreto, podendo cessar antes de seu termo final ou, ainda ser prorrogado por períodos sucessivos.

A Comissão de Intervenção já está com a posse das chaves do hospital. Além de Márcia Cansian e o empresário José Eduardo de Souza, da Acig, o médico do hospital Ricardo Alexandre Freitas, e mais integrantes da sociedade civil Adilson Carlos Avosani e Anderson Schramm fazem parte da comissão. ?No momento não haverá nenhum diretor-geral, e sim a comissão decidirá e encaminhará os assuntos durante seis meses. A Comissão de Intervenção já se reuniu e definiu a nomeação da empresa Amorim & Associados ? Consultoria e Saúde para efetuar a gestão operacional do hospital. O próximo passo será a contratação de uma auditoria a fim de que seja verificada a real situação da entidade hospitalar. Os recursos do SUS estão sob responsabilidade do município, o que deu base para a solicitação deste Decreto", conta Márcia Cansian.  

Posição do hospital

Em contato na manhã de hoje com a reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale, o presidente do Conselho de Administração do hospital, Sérgio Roberto Waldrich, havia afirmado que novos conselheiros tomaram posse no Conselho de Administração do hospital. Na ocasião, ficou encaminhado que medidas sobre a não renovação do convênio com o município serão tomadas durante esta semana. ?Estamos recebendo assessoria de nosso departamento jurídico para tomar as medidas cabíveis quanto a tudo que envolve a não renovação do convênio de prestação de serviço de pronto atendimento ao município. O problema está com o Executivo. Se o Executivo quer que o hospital continue prestando este serviço, precisa firmar o novo convênio e pagar por ele. Não vamos entregar a gestão do hospital ao município em hipótese alguma?, reafirmou Waldrich, que continua na presidência do Conselho de Administração do hospital de Gaspar.

Até o final desta tarde e o início da noite, tanto Sérgio Roberto Waldrich como o advogados do hospital não foram encontrados pela equipe de reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale para dar as versões e as providências do hospital mediante o decreto.  

Edição 1592

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O impasse entre Prefeitura de Gaspar e Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro teve mais um desdobramento nesta quarta-feira à tarde, dia 28. Em nota à imprensa, Executivo anunciou que o Prefeito de Gaspar, Pedro Celso Zuchi, assinou o decreto nº 5.955 que diz respeito a uma intervenção do hospital de Gaspar, requisitando todas as instalações da entidade, que compreende toda a construção, instalações físicas, instalações do laboratório, equipamentos médicos/cirúrgicos e de exames, recursos humanos e demais equipamentos, além de objetos e itens que façam parte do regular e efetivo funcionamento da instituição hospital.

?A medida foi tomada depois de o Município de Gaspar ter protocolado no dia 16 de maio um ofício que solicitava a requisição dos serviços, bens móveis e imóveis da instituição hospitalar e que foi negado pelo Conselho Administrativo do hospital?, diz a nota da prefeitura.  

Comissão de intervenção 

Segundo o Executivo, com este decreto, que já foi publicado no Diário Oficial nesta quarta-feira, dia 28, a Prefeitura nomeia uma Comissão de Intervenção, formada por cinco membros da sociedade civil que tomarão as decisões referentes ao hospital. São eles: Márcia Adriana Cansian, Anderson Schramm, Ricardo Alexandre Freitas, José Eduardo de Souza e Adilson Carlos Avosani. De acordo com a nota publicada pela prefeitura nesta tarde, a Comissão de Intervenção já se reuniu e definiu a nomeação da empresa Amorim & Associados ? Consultoria e Saúde para efetuar a gestão operacional do hospital.

?O próximo passo será a contratação de uma auditoria a fim de que seja verificada a real situação da entidade hospitalar.Aos colaboradores do hospital, esta ação não significa rescisão automática dos contratos de trabalho dos funcionários da entidade?, observa a nota do Executivo. 

Posição do hospital

Em contato na manhã de hoje com a reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale, o presidente do Conselho de Administração do hospital, Sérgio Roberto Waldrich, disse que na reunião do conselho dessa terça-feira novos conselheiros tomaram posse no Conselho de Administração do hospital.

Na ocasião, ficou encaminhado que medidas sobre a não renovação do convênio com o município serão tomadas durante esta semana. ?Estamos recebendo assessoria de nosso departamento jurídico para tomar as medidas cabíveis quanto a tudo que envolve a não renovação do convênio de prestação de serviço de pronto atendimento ao município. O problema está com o Executivo. Se o Executivo quer que o hospital continue prestando este serviço, precisa firmar o novo convênio e pagar por ele. Não vamos entregar a gestão do hospital ao município em hipótese alguma?, reafirmou Waldrich, que continua na presidência do Conselho de Administração do hospital de Gaspar.

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Situação do hospital segue sem desfecho após novas reuniões

O impasse entre Prefeitura de Gaspar e Hospital

img7499GG.jpgNossa Senhora do Perpétuo Socorro teve sequência com uma nova reunião entre as partes envolvidas nesta terça-feira, dia 27. No encontro, o ponto principal foi a busca de esclarecimentos e soluções para as possíveis irregularidades nas prestações de contas apresentadas pelo hospital e nas escalas de trabalho do corpo clínico da instituição hospitalar apontadas pela Prefeitura.

Na reunião foram entregues documentos complementares pelo departamento financeiro da instituição hospitalar para a Auditoria e Controladoria de Gaspar, que serão avaliados pelo Executivo. ?Está sendo feita uma reanálise dos documentos e um parecer será emitido nesta quinta-feira. No entanto, até que se prove o contrário, a definição é que o hospital terá de devolver os recursos que não tiveram destino comprovado para renovar o convênio, incluindo valores depositados mediante a liminar de fevereiro deste ano?, declarou o diretor-geral de Auditoria e Controladoria de Gaspar, Cleones Hostins.

O diretor financeiro do hospital, Fernando Larson da Silveira, disse não estar autorizado a falar sobre a versão do encontro dessa terça-feira, da Auditoria e Controladoria de Gaspar. ?Até que saia o novo ofício com o parecer da entidade não vou me manifestar?, afirmou Fernando.

 

Diretora ainda não efetivou a saída

De acordo com o presidente do Conselho de Administração do hospital, Sérgio Roberto Waldrich, na reunião do conselho dessa terça-feira novos conselheiros tomaram posse no Conselho de Administração do hospital. Na ocasião, ficou encaminhado que medidas sobre a não renovação do convênio com o município serão tomadas durante esta semana. 

?Estamos recebendo assessoria de nosso departamento jurídico para tomar as medidas cabíveis quanto a tudo que envolve a não renovação do convênio de prestação de serviço de pronto atendimento ao município. O problema está com o Executivo. Se o Executivo quer que o hospital continue prestando este serviço, precisa firmar o novo convênio e pagar por ele. Não vamos entregar a gestão do hospital ao município em hipótese alguma?, reafirmou Waldrich, que continua na presidência do Conselho de Administração do hospital de Gaspar.

Segundo ele, a diretora-administrativa do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Dilene Jahn Mello Santos, que anunciou na segunda-feira que estava de saída da gestão do hospital, ainda não efetivou sua saída da instituição hospitalar. ?Caso ela de fato saia, iremos buscar outro profissional?, confirma Sérgio.

Na segunda-feira, dia 26, uma reunião na Câmara de Vereadores discutiu a situação do hospital. No encontro, uma diversidade de versões da Prefeitura de Gaspar para o impasse que vem impedindo a renovação do convênio municipal e também da instituição de saúde foram expostas ao público.

 

Edição 1592

 

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Diretora anuncia saída do hospital e relação com Executivo se estremece

img7499GG.jpg

A atual diretora-administrativa do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Dilene Jahn Mello Santos, anunciou nesta segunda-feira que está fora da gestão do hospital. ?Na verdade, a decisão já estava tomada desde dezembro. Prolonguei até onde pude. O fato de eu não ver perspectiva de solução no embate com o município pesou na minha saída, pois todo este processo é muito desgastante. Nestes mais de oito meses de gestão saio com uma consideração extrema pela população de Gaspar, pois foram meses em que o hospital cresceu, tanto em fatores operacionais como na captação de recursos?, frisou Dilene, após a reunião na Câmara de Vereadores que discutiu a situação do hospital.

No encontro onde versões da Prefeitura de Gaspar para o impasse que vem impedindo a renovação do convênio municipal e também o posicionamento da instituição de saúde foram expostos, o próprio presidente do Conselho de Administração do hospital de Gaspar, Sérgio Roberto Waldrich, avisou que foi pego de surpresa com a decisão de Dilene. ?Não sabia da decisão. Nesta terça-feira à tarde novos conselheiros entrarão no Conselho de Administração e encaminhamentos serão tomados sobre quem poderá ser o novo gestor da entidade e quais serão as novas diretrizes?, contou Sérgio.

 

Reunião do conselho

Segundo Sérgio, na reunião desta terça-feira será colocada em pauta a questão se o hospital de Gaspar vai ou não continuar prestando o serviço de pronto atendimento à comunidade. Há chances, segundo a fala do presidente, de o próprio conselho estipular um prazo para que o município assine o novo convênio. ?O problema está com o Executivo. É o município que deve, baseado na Constituição, prestar o serviço de pronto atendimento à população. O hospital é uma entidade privada e não tem obrigação de trabalhar de graça. Se a Prefeitura quer comprar o hospital ou arrendá-lo, podemos sentar na mesa para negociar?, sublinhou no discurso.

O hospital chegou a solicitar ainda na semana passada uma nova liminar que determine que o município continue repassando os valores referentes ao convênio que mantinha com a instituição hospitalar até dezembro do ano passado. O pedido solicita a renovação da decisão liminar que obrigou o município a realizar os repasses equivalentes aos do convênio anterior até que seja realizado um novo contrato.

 

Executivo mantém posição

Já na parte final do encontro, o prefeito Pedro Celso Zuchi fez uso da palavra. E foi taxativo. ?No atual cenário não posso e não devo assinar o novo convênio, pois só assinaria se a Auditoria, a Controladoria e a Procuradoria do município me dessem o sinal verde, o que não é o caso, pois há problemas, especialmente, de irregularidades em prestações de contas e de escalas de trabalho de médicos?, apontou Zuchi.

Antes do prefeito, a secretária de Saúde, Márcia Cansian, e o diretor-geral de Auditoria e Controladoria de Gaspar, Cleones Hostins, pautaram principalmente suas considerações nas possíveis irregularidades na prestação de contas do hospital de Gaspar e na ausência de médicos nas escalas de serviço de pronto atendimento da instituição hospitalar. ?Caso o hospital decida por fechar as portas do pronto atendimento à população de Gaspar vamos tomar as medidas legais para que isso seja impedido, pois estamos obstruídos de assinar um novo convênio não porque não queremos, mas porque há problemas apontados pela auditoria e controladoria?, destacou Márcia, na reunião.

 

 

Nova reunião busca solução para prestações de contas

O impasse sobre a renovação do convênio entre Prefeitura de Gaspar e Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro irá ganhar um novo capítulo nesta terça-feira, dia 27. Às 9h, está agendada uma reunião entre representantes do município e do hospital, na Câmara de Vereadores. No encontro, o ponto principal será a busca de esclarecimentos e soluções para as possíveis irregularidades nas prestações de contas apresentadas pelo hospital e nas escalas de trabalho do corpo clínico da instituição hospitalar. ?Com mais este diálogo entre as partes, creio que pode ser possível agilizar, quem sabe, a renovação do convênio?, projetou o  presidente da Câmara de Vereadores, Marcelo Brick, que articulou o encontro desta segunda.

 


Edição 1591
 

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Reunião nesta segunda discute impasse sobre hospital de Gaspar

O impasse sobre a renovação do convênio entre Prefeitura de Gaspar e Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro deve ganhar um novo capítulo nesta segunda-feira, dia 26. Às 14h, está agendada uma reunião entre representantes do município e do hospital, na Câmara de Vereadores. A intenção, segundo o presidente da Câmara, Marcelo Brick, é buscar esclarecimentos e tentar intermediar um diálogo que facilite a renovação do convênio.

Edição 1591

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Hospital busca nova liminar para repasses

O embate entre o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e a Prefeitura, além de envolver diretamente a população, irá envolver novamente a Justiça. O hospital solicitou uma nova liminar que determine que o município continue repassando os valores referentes ao convênio que mantinha com a instituição hospitalar até dezembro do ano passado. ?O pedido foi protocolado nessa quinta-feira à tarde, dia 22, e agora deverá ser analisado por um dos juízes da Comarca de Gaspar?, revela o presidente do Conselho de Administração do hospital de Gaspar, Sérgio Roberto Waldrich.
 
A ação, que ainda deve ser analisada por um magistrado, também pode pedir para que a Prefeitura se manifeste sobre o caso. O pedido do hospital se divide basicamente em três solicitações. O primeiro é a renovação da decisão liminar que obrigou o município a realizar os repasses equivalentes aos do convênio anterior até que seja realizado um novo convênio.
 
A segunda, em caso de não pagamento via liminar, seria o hospital ficar, imediatamente, sem obrigação de prestar o serviço de pronto atendimento, anteriormente pago pela Prefeitura. O terceiro pedido é a revisão do valor da liminar concedida, na quantia, na época, de R$ 245 mil. ?Esperamos que haja uma posição da Justiça, em especial para saber se haverá a renovação da liminar ou a desobrigação do hospital quanto ao atendimento ao município?, afirma Waldrich.

Câmara intermediará encontro na segunda-feira

O presidente da Câmara de Vereadores, Marcelo Brick, distribui entre esta quinta e sexta-feira um ofício convidando as partes envolvidas no embate sobre o hospital para uma reunião. O encontro está marcado para segunda-feira, 14h, na sede da Câmara de Vereadores. Os ofícios devem ser enviados a representantes da Prefeitura, do hospital, do conselho gestor da unidade hospitalar e do Ministério Público. ?A Câmara não tem prerrogativa para interferir diretamente neste caso, mas podemos tentar debater os assuntos com os envolvidos, esclarecer toda essa situação. A pauta será composta basicamente pelo novo convênio e pelas prestações de contas?, afirma o vereador.
 
Segundo informações oficiais do gabinete do prefeito Pedro Celso Zuchi, nesta semana não foi e não será tomada nenhuma decisão sobre a resposta e a carta entregue ao prefeito pelo Conselho de Administração do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A carta expõe o não interesse da entidade hospitalar em passar a gestão do hospital ao município. 

Edição 1590

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Hospital rejeita pedido de gestão da Prefeitura

dsc0407GG.jpgO hospital de Gaspar confirmou na noite desta segunda-feira, dia 19, que não vê fundamentos no desejo da Prefeitura em assumir a gestão da entidade hospitalar. ?Já fui informado oficialmente que o Conselho de Administração do hospital não tem interesse nesta transferência de gestão. Não sei ainda em detalhes o porquê da não aceitação. Nesta terça-feira estarei em viagem, fora de Gaspar, mas na quarta-feira irei sentar com o departamento jurídico do município para traçar qual será nosso posicionamento mediante esta resposta?, afirmou o prefeito Pedro Celso Zuchi.

De acordo com a apuração da reportagem do Cruzeiro do Vale, o hospital de Gaspar irá buscar, se necessário, na Justiça os direitos de entidade privada sem fins lucrativos. Contrária à municipalização da gestão do hospital, a entidade considera que é a própria Prefeitura quem deve decidir se pretende ou não contar com a prestação de serviços do hospital. Entre os argumentos do hospital está ainda o fato de que a Justiça, há poucos meses, determinou que a Prefeitura deveria pagar pelos serviços do hospital ou então oferecê-los por meios próprios, impasse que volta à cena com o fim dos repasses determinados judicialmente. Membros do conselho acreditam que se o Executivo não quiser mais renovar o convênio, o hospital poderia seguir sua vida normalmente em outras áreas como cirurgias, por exemplo.


Requisição de bens e móveis

A Prefeitura de Gaspar já chegou a protocolar no hospital, na sexta-feira, o ofício 150/2014, que solicita a requisição dos serviços, bens móveis e imóveis da instituição hospitalar. Com isso, o município passaria a assumir a administração do hospital. ?O Estatuto Social do Hospital considera que o mesmo trata-se de uma entidade de utilidade pública, e em caso de dissolução ou extinção o patrimônio do hospital reverter-se-á em benefício de uma entidade congênere de idênticas finalidades?, diz a nota à imprensa divulgada pelo Executivo na sexta. ?Prefiro ter um embate jurídico à frente do que ver as portas do hospital fechadas?, assinalou o prefeito, em coletiva à imprensa.

Os principais fatores alegados pelo município seriam a impossibilidade legal de firmar convênio entre Prefeitura e hospital e o risco de a entidade ficar sem recursos financeiros, deixando de prestar atendimento à população. A existência de inadimplência e a ausência de respostas do hospital também são argumentos utilizados pela Prefeitura. ?O total da dívida do hospital com o município já chegou a R$ 4 milhões. Não houve retorno em oito notificações, por exemplo, com relação à prestação de contas ao município?, afirmou a secretária de Saúde, Márcia Cansian.

A reportagem do Cruzeiro do Vale conversou com a diretora-administrativa do hospital logo após o anúncio da Prefeitura de tentar assumir a gestão do hospital, na sexta-feira, 16. Emocionada, em sua sala no hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos destacou primeiramente o avanços internos que o hospital teve nos oito meses de nova gestão. ?O hospital é viável e está pronto para atender. Quero o melhor para a população. Sou uma profissional técnica, que cuida da parte operacional. Nossa equipe hospitalar e de médicos continua atendendo normalmente, focada em superar este momento?, assegura Dilene.

 

Exames de raio-x continuam sem solução

Os pacientes das unidades de saúde ainda estão no aguardo da liberação dos exames de raio-x requisitados via postos de saúde. O impasse entre as secretarias de Saúde de Gaspar e do Estado chegou a ser esclarecido na semana passada, com a definição de que a Secretaria de Estado deveria fazer o pagamento do serviço, em função de uma transferência de gestão. No entanto, de acordo com a secretaria Márcia Cansian, para a efetivação do pagamento para a Olitest ocorrer seria necessário que o hospital de Gaspar encaminhasse uma solicitação de cobrança para a Secretaria de Desenvolvimento Regional de Blumenau, SDR. ?Não há novidade sobre a questão dos exames de raio-x?, avisa Márcia Cansian.

A Secretaria de Desenvolvimento Regional de Blumenau, SDR, confirma que não recebeu nenhum ofício com a solicitação de cobrança. ?A Secretária de Saúde de Gaspar precisa enviar esta documentação com consentimento do hospital de Gaspar. Até o momento não recebemos o documento solicitado?, informa a gerente de saúde Joice Barbeta. 

De acordo com informações da diretora-geral do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello dos Santos, até esta segunda-feira, dia 19, a administração do hospital não havia aprovado e encaminhado nenhum pedido para o município ou para a SDR. ?Tenho uma reunião agendada para esta terça-feira com o presidente da prestadora de serviço de exames de imagem para me inteirar sobre o caso?, informou Dilene. 

 

Promessa

Na semana passada, a secretária de Saúde de Gaspar, Márcia Cansian, chegou a ir até Florianópolis para conversar com a diretora de Planejamento, Controle e Avaliação do SUS, Karin Cristine Leopoldo, da Secretaria de Estado da Saúde. Segundo informações da Prefeitura de Gaspar, após o encontro ficou decidido que o Estado iria resolver a pendência com o Hospital de Gaspar ainda na semana passada. A retomada dos exames de raio-x encaminhados pelas unidades de saúde, de acordo com a Prefeitura, deveria ocorrer a partir dessa segunda-feira, dia 19. 

De acordo com o empresário Luís Carlos de Oliveira, da prestadora de serviço Olitest, o serviço prestado só deve ser retomado após a efetivação do pagamento de abril. ?Infelizmente, muitas pessoas têm chegado aqui com a requisição dos postos de saúde e retornado para a casa sem a realização dos exames?, afirma Luís Carlos de Oliveira. Os procedimentos de emergência e de internação, que estão sendo pagos em dia pelo governo estadual, continuam sendo realizados normalmente à população.

 

Edição 1589

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Prefeitura tenta assumir gestão do hospital de Gaspar

 

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Prefeitura confirma intenção de assumir gestão do hospital de Gaspar

Após informar via nota à imprensa a pretensão de assumir a administração do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o governo do prefeito Pedro Celso Zuchi fortaleceu a vontade de ter a gestão do hospital em mãos por meio de uma coletiva à imprensa na tarde desta sexta-feira, dia 16. De acordo com o prefeito, não há segurança jurídica para firmar o novo com o hospital devido a uma série de problemas expostos na nota. ?Decidimos, como gestor da saúde pública do município, adotar as medidas para organização do fluxo das pessoas a serem atendidas, evitando que a população fique sem atendimento em um possível fechamento do hospital, haja vista as constantes crises financeiras que passa a entidade hospitalar?, afirmou o prefeito.

A Prefeitura de Gaspar protocolou no hospital o ofício 150/2014, que solicita a requisição dos serviços, bens móveis e imóveis da instituição hospitalar. Com isso, o município passaria a assumir a administração do hospital. ?Ressalto que estamos pensando na população. Prefiro ter um embate jurídico à frente do que ver as portas do hospital fechadas?, alegou.

 

Principais fatores

Os principais fatores alegados pelo município seriam a impossibilidade legal de firmar convênio entre Prefeitura e hospital, que segundo a nota poderia fazer com que a entidade fique sem recursos e deixe de prestar atendimento à população, a existência de inadimplência do hospital e a ausência de respostas do hospital para as notificações sobre supostas falhas nas prestações de contas recentes do hospital. ?O total da dívida do hospital com o município já chegou a R$ 4 milhões. Não houve retorno em oito notificações, por exemplo, com relação à prestação de contas do hospital ao município?, argumentou a secretária de Saúde Márcia Cansian.

Agora, o Executivo aguarda um posicionamento do hospital de Gaspar no prazo de 72 horas, contadas a partir de segunda-feira.

 

Conselho deve se posicionar até terça-feira, diz Dilene

A reportagem do Cruzeiro do Vale conversou no final da tarde desta sexta com a diretora-administrativa do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, em sua sala no hospital de Gaspar, para buscar um contraponto ao posicionamento do Executivo. Visivelmente emocionada, Dilene pontuou primeiramente sobre o avanço que o hospital teve em seus aspectos internos nestes oito meses da nova gestão. ?O hospital é viável e está pronto para atender a população. Aliás, como tem atendido durante todo este período de minha gestão. Cheguei para administrar a convite também da própria Prefeitura, e agora tenho de passar por situações como esta?, declarou.

 

Segundo Dilene, uma reunião até terça-feira deve ser marcada entre o conselho curador do hospital para se tomar um posicionamento mediante a atitude da Prefeitura de assumir a gestão do hospital. ?O hospital não é meu. Quero o melhor que for para a população. Sou uma profissional técnica, que cuida da parte operacional. O conselho é que irá buscar um posicionamento, esta decisão foge a minha alçada. Nossa equipe hospitalar e de médicos continuam atendendo normalmente à população. Todos estão focados e prontos para superar este momento de tensão?, declara Dilene.

 

 


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Confira a íntegra da nota da Prefeitura sobre a tentativa de assumir a gestão do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro:
 
Nota à Imprensa
 
A Prefeitura de Gaspar protocolou no início da tarde desta sexta-feira (16), no Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o ofício 150/2014 que solicita a requisição dos serviços, bens móveis e imóveis da instituição hospitalar, o que significa que a Administração Municipal passaria a assumir a gestão do Hospital. A medida leva em consideração os seguintes aspectos:
- A impossibilidade legal de firmar o convênio entre Prefeitura e Hospital poderá fazer com que a entidade deixe de prestar atendimento à população, uma vez que o mesmo não disporá de recursos suficientes para atendimento à população;
 
- A existência da inadimplência do Hospital perante seus compromissos de execução de serviços e repasses financeiros;
 
- O Hospital tem a sua receita anual de verbas totalmente dependente do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento à população;
 
- O Hospital vem enfrentando crises financeiras, que se refletem ciclicamente, ocasionando ameaças constantes de desatendimento à população;
 
- O atendimento à população encontra-se gravemente prejudicado, inclusive com a iminência de saturação da capacidade dos demais hospitais da região;
 
- A administração do Hospital afirma repetidamente que desconhece as notificações encaminhadas pela Prefeitura de Gaspar sobre as prestações de contas, entretanto o ofício nº 040/2014 de 12/05/2014 confirma o conhecimento das notificações;
 
- O ofício nº 040/2014 ? CGM de 12/05/2014, subscrito pelo Diretor Geral de Auditoria e Controladoria do Município, demonstra que nenhuma das oito notificações sobre prestações de contas encaminhadas pelo Município ao Hospital, até a data de 12 de maio, foram respondidas;
 
- O ofício nº 02/2014 ? GAB de 10/01/2014 evidencia que o Município fez todas as tratativas possíveis dentro da legalidade para firmar um novo convênio;
 
- Cabe ao órgão gestor da saúde pública do Município adotar as medidas para organização do fluxo das pessoas a serem atendidas;
 
- Considerando o Estatuto Social do Hospital, o mesmo trata-se de uma entidade de utilidade pública, e em caso de dissolução ou extinção o patrimônio do hospital reverter-se-á em benefício de uma entidade congênere de idênticas finalidades;
 
- Grande parte da construção, reforma e equipamentos do Hospital foram financiados por recursos públicos, sendo que apenas entre os anos de 2009 a 2014 a Administração Municipal injetou mais de R$15milhões, além dos recursos do Estado, da União e de doações da comunidade, que complementaram as necessidades da entidade;
 
- É importante salientar aos colaboradores do Hospital que esta ação não significa rescisão automática dos contratos de trabalho dos funcionários da entidade;
 
- A partir do recebimento do ofício, o Município aguardará o posicionamento do Hospital de Gaspar no prazo de 72horas.

Edição 1589
 

Comentários

RICARDO ALEXANDRE
03/06/2014 11:59
reforçando eu trabalho no hospital porque amo trabalhar lá ,venho de Blumenau para Gaspar , estou orando pra que Deus de sabedoria e discernimento para quem administra-lo, sou imparcial. Enquanto tiver trabalhando continuarei a exercer minha profissao com dedicaçao e amor, claro se trabalhamos temos salario ( vivemos numa sociedade capitalista e nao comunista aff), e isso ate momento presente está em dia para mim. Fico triste em ver pessoas denigrindo a imagem do hospital, quem trabalha la , trabalha porque gosta... Nem os gregos agradavam os troianos e atenienses...
Miro Sálvio
01/06/2014 10:34
Lembrando aos participantes deste mural, a Prefeitura de Gaspar não assumiu a Administração do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.....Repito...a Prefeitura de Gaspar não assumiu a Administração do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Contratou um Empresa de Brusque, empresa Amorim & Associados ? Consultoria e Saúde para efetuar a gestão operacional do hospital, tempo de Duração 180 dias, 6 meses. "Justiça nega liminar ao hospital e intervenção continua Data: 28/05/2014 O juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges não concedeu a liminar solicitada pelo Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A resposta foi publicada na noite desta sexta-feira, dia 30. Com o indeferimento do pedido feito na quarta-feira, o decreto da Prefeitura que permitiu a intervenção do Poder Executivo nas instalações físicas do hospital de Gaspar continua valendo.". Apostamos que a Administração Publica de Gaspar e o Magistrado "Assumam o Bônus e também o Ônus" tenham a plena e absoluta certeza de que após o período de gestão do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, por parte a Empresa amorim & Associados e o Grupo Interventor indicados pelo Executivo Municipal vão entregar o HNSPS sanado e atendendo com eficiência a população de Gaspar.
Jéssica Gonçalves
30/05/2014 10:55
Antonio Adão, queres dizer compromissado como acontece com os postos de saúde que não tem médicos e a farmácia básica que não existem medicamentos?
Acredito que tu não moras em Gaspar.
Antonio Adão
29/05/2014 21:10
Já estava na hora de tomar uma atitude mais drástica em relação à esse hospital e acabar de vez com essa bagunça !!!
A intervenção vem à contribuir para formar um conselho administrativo mais compromissado com o bem estar da população gasparense e não com os interesses das siglas partidárias.
Gislaine Benvenutti da Silva
29/05/2014 16:40
Pois bem, mais uma vez vemos com clareza a capacidade da nossa administração pública, enquanto a política for mais importante que a população nosso município continuará sem hospital, sem postos de saúde, sem creches. Me pergunto, se a gestão pública não consegue administrar a saúde na secretaria, nos postos de saúde dos bairros, como vai querer agregar mais um serviço?
Tanto que podíamos ter um hospital da Unimed em nossa cidade, mas nosso excelentíssimo prefeito resolveu recusar a proposta feita por esse empresa, podíamos ter a parceria de mais médicos em nosso município, mais não há colaboração dos médicos já instalados em nossa cidade para que isso aconteça. Sendo assim, vou continuar a pagar meu plano de saúde e procurar médicos e hospital em cidades vizinhos, porque nossa bela cidade está cheia de Petistas e Tucanos e candidatos e falastrões, mas gente competente e com vontade de trabalhar nada....
Samuel
29/05/2014 08:41
Conheço o Sr. Sérgio Roberto Waldrich, e tenho visto ao longo deste período o seu empenho em contribuir com o nosso hospital.
Emerson Seberino da Silva
29/05/2014 06:47
Aconteceu o que muitos temiam , ou aluns queriam que realmente acontecesse .
Pois bem , como vai ser o entendimento entre os prós e os contras ? Não me interessa saber isso agora , pois o que queremos é atendimento com o mínimo de qualidade e direitos à fazer exames aqui em Gaspar e não em outros municípios , só lamento que o interesse político foi mais forte .
Mas tomara que os da vez criem vergonha na cara e não usem isso como cabide de votos , pois estamos de saco cheio de propaganda , que muitas vezes parecem ser enganosas e cabides de foto , sim , cabides de foto , pois é quando mais aparecem SIACHÃO querendo uma lasquinha para aparecerem ao lado de alguém (importante) honorário de Gaspar .
Mas tudo bem , teremos que acreditar que nosso hospital não fechará e que termos de ser bem pacientes aqui fora para não ser paciente dentro dele , só temos de saber se aquela famosa contribuição mensal via conta de energia elétrica vai continuar por parte de alguns figurões da sociedade Gasparense (#ficaadica) .
Indiguinada..
28/05/2014 20:47
Trabalho no hospital agora só quero ve como nois vamo ficar.Se antes o povo pisava na gente agora vão se aproveita,não entendo o por que disso,sei que o hospital deve contas a prestar, mais ingracado quando o hospital tava no fundo do poço ninguém queria agora que administrdora dilene conseguiu erguer o hospital o prefeito pega não entendo é por isso que não gosto do pt...
Maicon Stiehler
28/05/2014 18:10
É melhor coisa a se fazer,ta na hora mesmo da prefeitura assumir de vez o hospital!
Foi investido dinheiro publico nele !!!! Não tem nada de privado ali !!!
ACarlos
28/05/2014 09:44
Sr Igan Hoffman, nunca se deve dizer ou insinuar algo que não se sabe.
Todos sabem que havia uma administração anterior que deixou as finanças do hospital comprometidas e não prestou contas dos recursos públicos municipais e agora, a atual administração é que está pagando o pato. Conheço o presidente do conselho, assim como todos de Gaspar o conhecem e digo, se não fosse por ele, Gaspar não tinha mais hospital a muito tempo, pois no passado, quando estava fechado e sucateado, foi ele quem lutou para reforma-lo e deixa-lo apto a poder novamente atender dignamente a população... e mais, grande parte dos recursos, não foram públicos e quem trabalhava na empresa na qual ele era o presidente, sabem muito bem do esforço dele e da empresa para pagar dividas, reformar e equipar o hospital. Quanto ao poder público criar um cabide de emprego, foi eu quem aqui escreveu e todos sabem como é no Brasil, vai sim virar um cabide de cargos políticos. Deixo bem claro, não me refiro a partidos políticos e a atual administração, me refiro a politicagem barata que infelizmente no Brasil já etá como um câncer incurável e vai sim utilizar o hospital para tal...
Igan Hoffman
27/05/2014 21:40
Prestem atenção! !!! População, o prefeito está coberto de razão! O hospital é financiado com dinheiro público e não faz prestação de contas. Imagine quão viciados pode, ser esses contratos com terceiros. Isso também se dá como Hospital sto Antonio de Blumenau!! Falaram que a prefeitura quer montar cabide de emprego, já existe cabide de emprego com a gestão atual. De qualquer forma, põe quem quiserem pra trabalhar. Alguém sabe quanto ganha a diretora aí que está sendo paga com dinheiro público, dinheiro da população? ! Imagine a grana que já entrouiaí, sem fiscalização! !! Sabe-se lá o que fizeram com nosso dinheiro, e o hospital sempre de mal a pior. Pessoal, não sou do partido do prefeito, mas vou dizer dessa vez ele está certo e pelo visto sabe das irregularidades que a gestão atual e a anterior vem realizando.
ACarlos
27/05/2014 16:25
É uma pena, pois tanto a Dirlene quanto o atual conselho, estavam colocando o hospital em ordem. O triste é que com a administração da prefeitura o hospital vai, com certeza, virar um cabide de cargos políticos. O governo municipal deveria se preocupar apenas com o PA, que é de responsabilidade do município, até mesmo em outro local, se for o caso, como em muitas outras cidades que possuem o Pronto Socorro onde os atendimentos sofrem atendimento e só vão para o hospital os casos que requerem tal necessidade. Sinto muito em ironizar, independente de partido político, mas daqui a uns 10 anos, quem subir ao morro do hospital, vai sentir saudade ou revolta e dizer, aqui antigamente existia um hospital, mas infelizmente essa politicazinha mesquinha e barata de Gaspar, conseguiu destruí-lo ...
Adilson Luis Schmitt
27/05/2014 07:58
Pedido de Demissão

Penso que com o pedido de demissão da Dirlene, a atual administração do PT, conseguiu em parte seu objetivo, ela cansou de ser tão mal tratada e desmoralizada, tudo porque não aceitou se filiar ao PT de Gaspar.
Adilson Luis Schmitt
Indignação
26/05/2014 12:57
Na semana passada levei minha filha no hospital,uma enfermeira avaliou e não fui atendida, mas eu gostaria de saber por que cobram do SUS?Afinal por que tive que assinar o atendimento pelo SUS para depois falarem que não iriam atender ? Alguém pode responder ?Não atende mas cobra, interessante.
Roberto
21/05/2014 20:50
Moro a mais de 40 anos nesta Cidade, sou indiferente se este ou aquele partido administre o município, e para quem mora a tanto tempo aqui pode observar que os investimentos e melhorias estão visíveis, mas não com a intensidade desejada, sabemos que em nosso País as coisas não acontecem facilmente. Quero dizer que as coisas mudaram, vivemos em constante mudanças, então porque não mudar a gestão de nosso hospital, será que tem alguem tirando proveito do hospital, pelo fato desta gestão estar tanto tempo na frente do negócio, será que tem algo errado ? O hospital presta contas de suas despesas ? As despesas são coerentes com o negócio ? Se não funciona do jeito que está tem que mudar, isso vale para qualquer negócio. Enfim é uma pena esta questão ser política e o povo que paga seus impostos tem que ser o mais prejudicado. Tem muita gente neste município que não quer crescimento, e gente da grana/coroneis que querem mandar na Cidade, infelismente, mas isto não é merito de Gaspar, tem muita cidade assim. Por favor ajudem nossa Cidade deixa ela crescer, o povo não merece, ajudem não pensando apenas no seu bolso e sim no bem comum.
Antonio
20/05/2014 19:44
Sabia que decisão do Conselho de Administração do hospital seria essa.

Parabéns.
Hospital pede socorro
20/05/2014 12:27
É do saber de todos a situação que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Gaspar) se encontra. Apesar de ser bem estruturado para nossa cidade, o hospital não tem cumprido seu papel social de promover a saúde para todos.

Esta página tem por objetivo a melhora da qualidade de nosso hospital alem de promover o debate da saúde publica em nossa cidade.

Esperamos que todos os gasparenses fiquem engajados por essa causa, pois seu objetivo vai de encontro a todos nós.
ACarlos
20/05/2014 10:12
O mais triste é a gente perceber que, este respeitado jornal disponibiliza um espaço para comentários que possam vir a agregar algo em benefício do bem comum, é utilizado por comentários, não todos, politiqueiros onde dizem coisas sem qualquer conhecimento do fato... Só podemos criticar algo se tivermos conhecimento e mesmo assim com respeito e responsabilidade... Agora comentando sobre a situação do hospital, é certo que, se não fosse a atual administração, o mesmo já teria fechado as portas. Portanto, temos que valoriza-los, tanto a administração quanto aos funcionários dedicados e aqueles insatisfeitos, que procurem algo melhor para fazerem... O governo municipal deve sim colaborar mas não administra-lo, pois poderá o hospital virar um cabide de empregos políticos nesta e nas futuras administrações ...
Mara
20/05/2014 07:37
Triste é ver o quanto o povo focada muito mais em politica do que nos problemas socias de nosso cidade e principalmente nos problemas em que o NOSSO hospital está enfrentando.
É preciso parar que ver tudo com olhos politicos,estamos vivendo um grande empasse, e ai como vamos resolve-lo?
Concordo que não se deve repassar dinheiro para o hospital sem haver prestação de conta. Basta olharmos para nosso senado, Câmara dos deputados e ver a corrupção que acontece lá, muitos dos politicos que nós elegemos vivem de oportunidades querem apenas se dar bem nada mais, que se dane o povo, que se dane hospitais, educação, etc.
Basta olharmos para nossa cidade olha o cenário politico de hoje, tem candidatos que nunca contribuirão em nada com nossa cidade, nunca nem mesmo participaram de eventos em nosso cidade, mas agora o que mais vemos é fotos desssas pessoas envolvidas em tudo basta abrir o Jornal que vemos, mas muita gente vai acreditar e votar nestes candidatos e claro sempre repetimos a mesma historia. Elegemos pessoas que não tem interesse em ajudar a população querem apenas se elegerem para ganhar um belo salario e se houver oportunidade roubar um pouquinho também.Fico triste que tanto a administração atual como a administração do hospital travem uma briga judicial para resolver um problemas de tamanha urgência e que no final afetará somente O POVO. Vamos sentar para discutir, dialogar, vocês estão neste cargos para isso, lutem pelo melhor para povo, esquecem um pouco da politica, parem que se auto promover, o povo que sempre vota em, vocês quer mais consideração, respeito é triste esse sentimento de engano quando votamos acreditamos que haverá mudança melhora na politica em nossa cidade, mas ao invés disso vemos está triste realidade, e ai?
Funcionário do Hospital 2
19/05/2014 14:45
Engraçado um funcionário aqui de dentro do Hospital reclamando do seu próprio trabalho. Se está descontente por que não pede demissão? São essas pessoas que trabalham descontentes que muitas vezes prestam um mau atendimento e nós que adoramos o que fazemos e onde trabalhamos temos que escutar as críticas.
Se está no barco é para ajudar a remar, não para deixá-lo afundar!
Mas as pessoas não pedem demissão, querem sempre ser demitidas e ficar em casa 6 meses com seguro desemprego. E depois não sabemos porque o país não vai pra frente!
Lamentável!
Celso
19/05/2014 11:47
Gestão Sr. Prefeito, por favor, vá cuidar da Gestão da Prefeitura... a história mostra muito isso! Romanos, alemães e todos os outros que tentaram ganhar o Mundo: Quem tenta abraçar tudo, tudo perde! Precisamos de uma melhora urgente em todos os serviços públicos, mas não é abraçando tudo que conseguirá isso!
João Paulo
19/05/2014 10:46
Acho que a prefeitura esta dando um tiro no pé.
Nao conseguem manter atendimento básico nos postos de saúde, vão querer assumir o Hospital para que? Para servir de cabide de emprego para para os "companheiros"? Quem eles querem colocar para administra-lo? Qual o companheiro vai assumir a direção da casa?
Se eu fosse do conselho, votaria pela entrega do hospital ao Prefeitura e dissolvia o atual conselho, convocando novas eleições. Que tal o Sr. Amarildo Rampelotti como presidente do conselho? Afinal, ele é cara de confiança do prefeito. Ou o Tonho Dalçoquio? Tbm seria bom....

De onde virão as verbas, hoje inexistentes para a Saúde, para manter a casa? E os funcionários, serão vinculados a Prefeitura ou ao Hospital? e os limites salariais da Lei de Responsabilidade Fiscal, como ficam?

Lanço uma campanha: #entregaohospitalsergio!
Paciente
19/05/2014 10:22
Espero que o conselho do hospital de Gaspar não passe o hospital para a prefeitura.... O prefeito esta deixando a desejar com a nossa cidade imagina o que vai fazer com o hospital...... E sobre o que esta faltando de material de limpeza ou hotelaria falta tbem em posto de saúde, inclusive remédios e outros tipos de materiais, e pior que falta funcionários para trabalhar nas unidades de saúde sobrecarregando os poucos que tem....Acorda gaspar....
Funcionário do Hospital
19/05/2014 09:04
Os funcionários do hospital trabalham por amor?
Trabalham por necessidade, com tantas empresas que tem em Gaspar e região, que pagam seus funcionários em dia, não exploram e tem varios beneficios, o que tem o hospital de Gaspar até o salário que é direito eles querem descontar. O Hospital não tem gestão competente e nunca teve não conseguem nem prestar contas.
Que seja feito o melhor para o povo Gasparense que precisa de atendimento digno.
Sergio Hammes
19/05/2014 08:45
Porque querem o hospital pra eles??? porque não cuidaram dele antes, sendo parceiro e auxiliando com dinheiro suficiente??? Porque tanta enrolação pra ajudar??? O hospital sempre atendeu a população e bem diga-se de passagem. O problema do hospital não é de gestão, pois a atual gestão é reconhecidamente competente. o problema é atender 90% SUS e receber o pagamento pelos procedimentos pela tabela SUS, defasada há anos, fato que ocasiona sempre prejuízo e déficit ao hospital (exemplo: para um procedimento custa R$ 300,00 e o SUS paga só R$ 100,00 = prejuízo de R$ 200,00). A população é atendida adequadamente, poucos reclamam. Mas quem paga a conta desse prejuízo??? lembro que saúde é obrigação do Estado (União/Estado/Município). Ao que se sabe ninguém desviou dinheiro público e todo dinheiro repassado sempre foi efetivamente destinado ao custeio do atendimento. donde tiraram essa dívida de R$ 4.000,00 com o Município??? Ao que se sabe o povo está sendo atendido por médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem etc.... quem não conhece a realidade fala e quer fazer bobagem. e querem tomar de assalto o hospital num momento em que ele está se reorganizando e tem tudo para dar certo e deslanchar, falta apenas um pouco de compreensão e ajuda, o hospital é viável e não precisa da gestão do ente público (nem soa legal essa intervenção, em qualquer caso tem que buscar a legalidade para intervir no particular, ainda que haja interesse público, saúde, princípio da legalidade, só pode fazer aquilo que a lei prevê). Ainda mais, como bem enaltece o Jornal Metas (vide Roberto Pereira), sequer conhecem a situação do hospital, sua dívida com FGTS, com INSS, com Fornecedores etc, a folha mensal de pessoal etc. e sabem muito bem que o atendimento é 90% SUS e só este fato causa prejuízos déficit mensais, devem ter noção então de que deverão se preparar com mais dinheiro para socorrer o hospital, na gestão que pretendem do hospital, e será existe orçamento??? os postos de saúde, segundo reclama a população, não tem atendimento à altura por falta de médicos e outros, por falta de recursos, por limitações orçamentárias talvez. Ainda, há que se lembrar que a gestão do hospital já conta, desde há dois anos, com a participação do Município, do Estado e da ACIG no Conselho de Administração, cada um com um representante, sendo a Secretária de Saúde do Município de Gaspar a representante do Governo Municipal. Então o ente publico já participa da gestão do hospital, ou não participou ativamente como devia??? Então reitero a pergunta, porque querem a gestão do hospital??? Todos sabem, a imprensa divulgou amplamente, que o Estado vai auxiliar o hospital com até R$ 500.000,00 por mês (contratualização já assinada) conforme produção, e vai repassar mais R$ 600.000,00 para investimentos imediatos e pagamentos de pendencias para retomada da produção. Então querem o hospital só porque sabem que vai ter dinheiro certo do Estado, e sabem que assim, o hospital é perfeitamente viável, e sabem que a administração caminha o caminho certo. Então querem o hospital para, à custas do esforço e trabalho alheio (Comunidade, Estado e Administração Hospital), posar de salvadores. Só acho que se existe a dificuldade ela é a mesma para um e para outro. Bastava o Município ser mais parceiro e ter boa vontade de ajudar, inclusive isso já poderia/deveria ter sido feito pela representante do Município no Conselho de Administração, a Secretária de Saúde que participa do Conselho de Administração. Gaspar precisa do hospital e ele é da comunidade, não podemos esquecer dessa dimensão.
Jonas Santiago
19/05/2014 08:32
A prefeitura não consegue fazer uma administração competente e ainda quer assumir a gestão do hospital.
Só pode ser uma piada! É muita cara de pau.
RICARDO ALEXANDRE
18/05/2014 21:58
Seja que Deus quiser, realmente trabalhamos por amor la, eu amo ao que faço so temo ser demitido, sou imparcial, mas realmente a insegurança bater a porta como funcionaria , será que seremos todos demitidos?
Não quero me identificar
18/05/2014 19:56
Ao Sr Fernando Sérgio Walter e a todos que interessar.

Sou funcionária do Hospital e gostaria muito que a atual administração continuasse a frente do Hospital. Eles têm feito de tudo para melhorarmos, a administradora Dilene se preocupa muito com a população, inclusive resolve muitos problemas sobre mau atendimento pessoalmente.
Ela, Dilene, diversas vezes tem trabalhado até tarde da noite, muitas vezes finais de semana para buscar o melhor para o Hospital. Com certeza, se horas extras não são pagas é pela preocupação de o salário sair em dia para todos, evitando gastos a mais, mas mesmo assim, tenta compensar com folgas etc, acredito que com maior prazer, se tivéssemos dinheiro sobrando, as horas extras seriam pagas.
A maior parte dos funcionários que lá trabalham é por amor a profissão e por isso continuamos lá, mesmo muitas vezes passarmos por situações difíceis.
Acredito que o Sr. Sérgio Walter não deveriam misturar seu ressentimento que com a Sra. Dilene desde a época do Hosp. Santo Antônio, desde a entrada dela ele foi totalmente contra.
A maioria dos funcionários ficaram extremamente chocados quando souberam do roubo na época do Sr Orivald, somos totalmente contras a isso, visto que passamos por escassez de verba. Mas a nova administradora não tem relação nenhuma com isso. Muito pelo contrário, ela gostaria muito que o Sr. Orivald aparecesse e prestasse conta do valor que falta para a prestação de contas.
Não tenho nenhum cargo administrativo, mas vejo diariamente o quanto a Sra Dilene se esforça para dar o seu melhor. Bem como nosso presidente do Conselho, Sr Sérgio Waldrich. O Conselho tem buscado fazer inclusive pedágios, rifas e outros eventos para arrecadar dinheiro. De forma alguma podemos dizer que o Conselho não é atuante.
Aguardamos com esperança que vamos conseguir passar por esse momento ruim novamente. E que o melhor para a população seja feito, tenho certeza que esse é o sentimento de todos os funcionários do Hospital, a Administração e o Conselho.
Maicon Stiehler
18/05/2014 18:45
Primeira coisa que a prefeitura tem que fazer se assumir o hospital é tirar aquele pedágio ali da frente que é uma vergonha!!!!!
nem tudo o qque dizem é verdade,sou funcionaria,até o centro cirurgico realiza cirurgia,fico muito triste com o dizem,e nosso pagamento está em dia
18/05/2014 13:44
oi,fico muito triste com alguns comentarios sobreo nosso hospital,sou funcionaria e nosso pagamento está em dia, tanto é que o centro cirurgico tem realizado procedimentos quaze que diariamente
Paulo
18/05/2014 10:41
Não é fácil ler esta baboseira de gente partidarista que tem em Gaspar, talvez eles queirão o governo anterior que não fazia nada e brigava com todos, partido não governa, sãos pessoas que governam, se acham que o prefeito atual quer fechar o hospital, se candidate nas próximas eleições Sr. Antonio pra fazer a diferença.
Antonio
17/05/2014 16:07
Fernando Sérgio Walter, sério que você acredita que a prefeitura vai dar jeito no hospital?
Nem remédio na farmácia básica eles tem.
o CAR é uma vergonha, pessoal mal educado, grossos, estúpidos, enfermeiras pensam que são melhores que pais e mães.
Lembram que ano passado o CAR deixou uma criança falecer?

Bem, eu e minha família sempre vamos no hospital, e não tem falta de papel higiênico não, somos bem atendidos, mas infelizmente os funcionários relatam que os salários atrasam, em virtude da falta de repasse da prefeitura.

Sinceramente, acho que se o hospital for administrado pelo PT aí sim o negócio vai ficar feio, e garanto que antes do final do ano o mesmo será fechado, é isso que o prefeito quer, FECHAR o hospital de Gaspar !
Maicon Stiehler
17/05/2014 10:38
É a melhor coisa a se fazer,se não tão prestando contas alguma coisa ta errado e tem que ser investigado.Se não vai ser a mesma novelinha pra sempre!
Gasparense indignado
17/05/2014 09:59
Esses petistas não tem jeito... cada vez mais petistas sem emprego, daí a necessidade de aparelhar tudo para distribuir cabide pra todo mundo... quero só ver depois que perderem o governo federal, tenho pena das cidades (des)governadas por eles, vai faltar boquinha pra tanto desempregado...
Fernando Sérgio
17/05/2014 08:31
Com relação a medida tomada pela prefeitura pode não ser a melhor
mas temos que pensar que hoje o hospital continua não tendo as
condições minimas para funcionar, pois a administração não tem
competencia para ver os serios problemas que os hospital tem e fica
maquiando os problemas para conseguir verbas do estado e municipio.

A realidade interna é que não tem nem detergente para limpar o piso,
somente agua e pano( estamos falando de Hospital), portanto o perigo é grande. Falta papel toalha e ate papel higienico, tem paciente usando
a propria roupa, toalhas etc....

Imagine voce num hospital e não tem nem papel higienico... Alem
disso os profissionais estão trabalhando no limite e por isso estão prestando um serviço de pessima qualidade e perigo eminente

Acho que o conselho administrativo (Curador) deveria entregar seus
cargos pois o mesmo não é atuante e a administradora e sua turma
com seus salarios legais deveriam dar lugar para os profissionais que
realmente querem trabalhar e não ficar em suas mesas e recebendo
em dia enquanto isso enganam os funcionarios para fazer horas extras
e nem isso não pagam....

Alguma coisa tem que ser feito urgente pois o hospital ja esta sendo
chamado de matadouro.... é muito triste ouvir isto aqui em Blumenau
a 20 km de distancia.

Att,


Fernando Sérgio Walter
Antonio
16/05/2014 21:34
A meu ver isso cheira a interesse político, pois o prefeito fez de tudo para o hospital fechar, e agora que o a diretora Dilene deu jeito nos problemas, o prefeito quer o hospital?

O SUS e os repasses são do governo federal e estadual, onde a prefeitura é obrigada a repassar a verba para o hospital. Eerá que querem desviar o dinheiro?

Rezo para que o hospital não caia nas mãos da prefeitura, e que nas próximas eleições municipais o povo saiba dar o troco.

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