
A proximidade do verão tem trazido preocupações extras para os moradores do Loteamento Vila Isabel, no bairro Barracão, em Gaspar. Nos últimos anos, as famílias da localidade têm sofrido com alagamentos constantes provocados por temporais, comuns nesta época do ano, e pela falta de uma rede ampla de drenagem nas ruas da localidade.
Com promessa de início para o mês de novembro, a obra de ampliação da drenagem do Loteamento Vila Isabel, no bairro Barracão, ainda não motivou nenhuma movimentação no local. No dia 11 de agosto deste ano, uma reunião com representantes da prefeitura e da comunidade acordou que a obra seria realizada até o fim deste ano, começando em outubro ou novembro. Como o prazo está próximo de expirar e ainda não há sinal de início dos trabalhos, a comunidade tem ficado cada vez mais apreensiva.
O presidente da Associação de Moradores da Vila Isabel, Amvi, Elias Anísio Lana, afirma que o projeto ainda não foi apresentado à comunidade. “O que sabemos até agora é que o município está aguardando uma aprovação do Deinfra (órgão estadual) para fazer a obra, mas acreditamos que isso possa ser obtido com rapidez”, afirma.
Secretário garante obra
O secretário de Transporte e Obras, Lovídio Carlos Bertoldi, tranquiliza e afirma que o município ainda pretende começar e concluir a obra este ano. Ele conta que a ideia inicial era de que o Deinfra doasse os tubos e o município oferecesse a mão de obra. Como, segundo Lovídio, essa parceria aconteceu, a expectativa agora é pela autorização do Deinfra, já que parte da obra acontece em faixa de domínio estadual, na área da rodovia Ivo Silveira. “A equipe que irá executar a obra lá será a mesma que está trabalhando na pavimentação da rua Prefeito Leopoldo Schramm, no Gaspar Grande. Como tivemos um atraso causado por esse um mês e meio de chuva contínua, ainda não conseguimos começar os trabalhos na Vila Isabel, mas nossa expectativa ainda é terminar até o fim do ano”, projeta Lovídio.
A obra consiste na criação de mais uma rede de tubulação paralela à existente atualmente, que promete elevar consideravelmente a capacidade de vazão das águas na localidade. Por escolha da própria comunidade, a execução deve ser feita com cerca de R$ 240 mil do programa Orçamento Participativo.
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