Por volta das 11h, já na sede do Conselho Tutelar, a secretária de Educação, Marlene Almeida, prestou esclarecimentos sobre a postura da Secretaria de Educação no caso. Ela informou que o auxiliar de professor é concursado, foi afastado do cargo e responderá a uma sindicância. Além disso, a Secretaria está fornecendo as informações que possui sobre o caso à Polícia Civil e Militar.
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Marlene afirma que a secretaria só ficou sabendo do caso por volta das 16h de sexta-feira e que, a partir de então, acionou a equipe de educação infantil, que foi até o CDI, o setor de RH, para definir o que seria feito com o servidor, além do Conselho Tutelar, Conselho de Assistência Social. A polícia, no entanto, não foi acionada, apenas um boletim de ocorrência foi registrado horas mais tarde. Segundo a secretária, a intenção foi preservar a criança.
“Erramos ao não ter chamado a polícia, mas no momento pensamos em preservar a identidade da criança. Agora, a polícia está olhando o caso com o delegado, eles vão poder dizer o que vai ser possível fazer. Todos os relatos têm que vir à tona, se houver gravação, será colocada nos autos. Se tivermos que responder por não ter acionado a polícia, com certeza ninguém vai se eximir dessa responsabilidade”, afirma a secretária.
* Os nomes não foram revelados para proteger a identidade da vítima e da família, conforme recomendações do Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA.
Edição 1745
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