
Depois de muita negociação, o governo de Santa Catarina acertou com os servidores da segurança pública uma reposição salarial média de 23%. O reajuste foi acertado na noite de quarta-feira, dia 23 de junho, e varia entre 21 e 30%, dependendo do cargo que o servidor ocupa.
O percentual ficou abaixo do que a categoria pedia: 45% correspondente à inflação dos últimos sete anos. O pagamento será escalonado em duas parcelas, sendo a primeira em janeiro de 2022 e a segunda e julho do mesmo ano. “Foi o máximo que conseguimos. Esprememos o que deu. Incrementamos milhões de reais que vão entrar no bolso dos nossos guerreiros. Estamos sempre em busca de melhores salários. A luta é diária e temos que continuar”, disse o presidente da Associação de Praças de Santa Catarina (Aprasc), João Carlos Pawlick, que representa policiais e bombeiros militares que estão há sete anos sem reposição salarial.

A proposta do governo do Estado é igualar todas as categorias da segurança pública (Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Instituto Geral de Perícias e Polícia Penal). Com isso, o salário base de início de carreira seria de R$6 mil para todos os segmentos. A proposta do governo foi definitiva e o Executivo informou aos servidores que não pode ir além do percentual oferecido.
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