
Guilherme Steffen foi condenado a 16 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato da ex-companheira Marisa Oliveira, de 25 anos. A pena foi definida em Júri Popular que aconteceu em Gaspar na segunda-feira, dia 27 de setembro. A sessão chegou ao fim por volta das 16h e foi presidida pela juíza Griselda Rezende de Matos Muniz Capellaro, titular da Vara Criminal.
O assassino foi enquadrado nos artigos 121, § 2º, IV e VI do Código Penal, por homicídio qualificado por uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e feminicídio.
Marisa foi atingida por golpes de faca na madrugada do dia 3 de dezembro de 2020. Ela foi socorrida por vizinhos e levada ao Hospital de Gaspar para atendimento de urgência. O crime aconteceu no bairro Santa Terezinha, na casa onde a mulher vivia com o ex.
Devido à gravidade dos ferimentos, Marisa foi internada na ‘sala vermelha’ do hospital, que possui equipamentos cardíacos e demais itens necessários para o tratamento. Ela entrou na fila por uma transferência para um hospital que possuísse vaga de UTI. A autorização foi concedida no início da noite de 4 de dezembro e sua morte foi confirmada no dia 5 pela manhã.
Guilherme foi preso alguns dias depois do crime. Ele aguardou o julgamento no Presídio Regional de Blumenau.
Copyright Jornal Cruzeiro do Vale. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal Cruzeiro do Vale (contato@cruzeirodovale.com.br).