Hospital paga salários atrasados de funcionários - Jornal Cruzeiro do Vale

Hospital paga salários atrasados de funcionários

08/03/2014

A diretoria do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro quitou os 60% dos salários atrasados referente ao mês de janeiro para os funcionários nesta sexta-feira, dia 7. ?Pagamos nessa sexta os atrasados de janeiro e na semana que vem o mês de fevereiro?, garante a diretora-geral Dilene Jahn Mello Santos.

O repasse recebido na semana passada, dia 27, da Prefeitura de Gaspar, foi para pagar os atrasados do corpo médico do hospital. ?O valor de R$ 436 mil referente a duas das quatro parcelas de R$ 218 mil que a Justiça determinou em liminar que fossem pagas pela Prefeitura foi e só pode ser utilizado no pagamento dos médicos e na área de medicina. Ainda por cima, a sobra deste valor foi bloqueada pela Justiça devido a uma causa trabalhista. Peguei um hospital que estava falido para administrar e agora estamos colocando a casa em ordem. A maioria da comunidade de Gaspar está do nosso lado?, afirma Dilene. No início da semana, parte dos servidores chegou a ensaiar uma paralisação se os pagamentos não fossem efetuados.

O convênio existente entre a Prefeitura de Gaspar e o Hospital para repasse de recursos financeiros encerrou no dia 31 de dezembro de 2013. Para que novos repasses sejam realizados pela Prefeitura após o pagamento das quatro parcelas determinadas pela Justiça, o hospital deverá prestar contas dos serviços realizados.

 

Contratualização

O contrato com o governo estadual está firmado. O convênio poderá garantir um repasse mensal de até R$ 499 mil ao hospital, mediante atendimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde, SUS, e a realização de cirurgias eletivas. As cirurgias irão atender uma demanda destinada à região do Vale do Itajaí. ?Atingiremos o objetivo das 250 cirurgias mensais gradativamente. Até abril o objetivo é estarmos realizando os 250 procedimentos?, Dilene.

Segundo a diretora do hospital, o ofício que informa a proposta de emenda parlamentar do deputado federal Paulinho Bornhausen, que pretende destinar um montante de R$ 500 mil ao hospital para custos com materiais e medicamentos, já está na instituição, mas ainda não há informações sobre prazos para o repasse da verba.

Edição 15668

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Prefeitura cumpre ordem judicial e repassa R$ 436 mil ao hospital
 

A Prefeitura de Gaspar repassou na tarde desta quinta-feira, dia 27, no gabinete do prefeito Pedro Celso Zuchi, o cheque simbólico de R$ 436 mil para o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, referente a duas das quatro parcelas de R$ 218 mil que a Justiça determinou em liminar que fossem pagas pela prefeitura. O valor de R$ 218 mil será usado para pagar dois dos três salários atrasados com o corpo médico. ?O que nós passamos nestes 90 dias no hospital de Gaspar nenhum ser humano deveria experimentar. Agora, estamos colocando a casa em ordem. Vamos negociar e buscar um possível parcelamento da suposta dívida da gestão passada do hospital com a prefeitura. Assim teremos como dialogar com representantes do município sobre a possibilidade de uma renovação contratual com a prefeitura?, pontuou a diretora.

O convênio existente entre a Prefeitura de Gaspar e o Hospital para repasse de recursos financeiros encerrou no dia 31 de dezembro de 2013. Em seu discurso, o prefeito Pedro Celso Zuchi ressaltou que o município encontra-se impedido de firmar novo convênio com o Hospital diante das irregularidades constatadas pela Controladoria do Município após análise da prestação de contas do Hospital. ?Precisávamos de uma segurança jurídica para fazer o repasse. Orientamos ao hospital a procurar o judiciário pelo fato de não termos mais contrato com o hospital. A Prefeitura espera que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro reconheça e pague sua dívida com o município para encaminhar um projeto de lei à Câmara de Vereadores para fazermos um novo contrato com o hospital?.

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Para que novos repasses sejam realizados pela Prefeitura à instituição hospitalar, o hospital deverá prestar contas dos serviços realizados. Em função do repasse ao Hospital, a partir desta sexta o Centro de Acolhimento de Risco, CAR, voltará a atender das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira.

 

Contratualização com o Estado 

Semana passada o governo estadual firmou uma parceria com o hospital de Gaspar. O convênio poderá garantir um repasse mensal de até R$ 499 mil ao hospital, mediante atendimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde, SUS, e a realização de cirurgias eletivas. As cirurgias irão atender uma demanda destinada à região do Vale do Itajaí. ?Atingiremos o objetivo das 250 cirurgias mensais gradativamente. Até abril o objetivo é estarmos realizando os 250 procedimentos?, declarou a diretora-administrativa do hospital Dilene Jahn Mello Santos, no início da semana.

Edição 1566
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Hospital recebe repasse da Prefeitura nesta quinta

A Prefeitura de Gaspar irá fazer o repasse de R$ 436 mil para o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro nesta quinta-feira, dia 26, às 14h, no gabinete do prefeito Pedro Celso Zuchi. Duas das quatro parcelas de R$ 218 mil serão pagas, relativas à prestação de serviço de janeiro e fevereiro. O pagamento que será realizado é segundo decisão do juiz da Comarca de Gaspar Raphael de Oliveira e Silva Borges. Para que novos repasses sejam realizados pela Prefeitura à instituição hospitalar, o hospital deverá prestar contas dos serviços realizados.

Em função do repasse ao Hospital, a partir desta sexta-feira, 28, o Centro de Acolhimento de Risco, CAR, voltará a atender das 7h às 19h, de segunda-feira a sexta-feira.

Confira o comentário do colunista do Cruzeiro do Vale, Herculano Domício, sobre o assunto:

"Aleluia. Sem alternativas, com atraso, a Prefeitura vai finalmente pagar o Hospital, obedecendo a ordem da justiça. E já anunciou que vai fechar o CAR nas 24 horas que está obrigada a funcionar para atender a população.

O anúncio foi da própria prefeitura. E o pagamento de R$436 mil acontecerá amanhã. Será um ato político e lá estarão presentes o prefeito Pedro Celso Zuchi, a Vice-Prefeita Mariluci Deschamps Rosa, a secretária de Saúde Márcia Adriana Cansian, todos do PT. Pelo Hospital, a administradora do Hospital Dilene Jahn Mello Santos.

\"O pagamento será realizado conforme decisão do Juiz da Comarca de Gaspar [a nota omitiu o nome do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges]e é relativo à prestação dos serviços do Hospital nos meses de janeiro e fevereiro, que contabilizam duas parcelas de R$218 mil cada\".

Ou seja, a prefeitura ela própria reconheceu que só está pagando o Hospital porque a Justiça mandou pagar. E está atrasada. Fez de tudo para isto não acontecer. Pediu para o juiz esclarecer a sentença e atrasou o repasso, mesmo obrigada pela Justiça.

Está claro também pela nota da prefeitura que o Hospital trabalhou para a prefeitura nos meses de Janeiro e Fevereiro, atendendo a população. Está claro também, que a prefeitura como faz o pagamento a contragosto, não o reajustou, depois de um ano como prometeu e era esperado este repasse.

E como a prefeitura de Gaspar encerra o seu press release. É revelador. E deixa-me, mais uma vez de alma lavada, além de mostrar o erro contra a comunidade dos políticos do PT que tentaram e ainda tentam inviabilizar financeiramente o Hospital de Gaspar.

\"Com a expedição da decisão judicial, agora o Município tem amparo legal para efetuar o pagamento ao Hospital de Gaspar. Para que novos repasses sejam realizados pela Prefeitura à instituição hospitalar, o Hospital deverá prestar contas dos serviços realizados.

Em função do repasse ao Hospital, a partir desta sexta-feira (28) o Centro de Acolhimento de Risco (CAR) voltará a atender das 7h às 19h, de segunda-feira a sexta-feira.

1. A prefeitura reconheceu que sempre tinha amparo judicial para o repasse. Não fez antes por pura teimosia.

2. A prestação de contas mostra que não se trata de um convênio, a esmola, que coloca de joelhos o pedinte Hospital, mas sim uma prestação de serviços, que o PT, o prefeito Pedro Celso Zuchi, a secretária de Saúde teimam não reconhecer e não contratualizar.

3. Finalmente. Se o Hospital é tão ruim assim, a ponto de receber tantos defeitos, qual é mesmo a razão da prefeitura de Gaspar fechar o Car que ela está obrigada a abrir nas 24 horas (e que foi promessa e compromisso de campanha de Zuch) para atender a população e repassar esta obrigação e custos para o Hospital. Apenas para lembrar, Zuchi está repassando o que o Hsopital fez em janeiro e fevereiro e já envia a conta de despesas de março ao fechar o Car.

É por isto quer a cabeçado presidente do Conselho, Sérgio Roberto Waldrich, de outros conselheiros (todos voluntários) e de gente que trabalha lá no Hospital e que está com 60% dos salários por receber devido a esta agonia proposital criada pela prefeitura. Acorda, Gaspar!".

 

Edição 1566 

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Repasse mais próximo: Hospital encaminha termo de caução

Depois da reunião com os conselheiros do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, realizada sábado, dia 24, onde foram definidas as assinaturas do termo de caução, a expectativa do hospital agora é encaminhar o documento à Justiça para que a Prefeitura de Gaspar seja notificada. Assim, a decisão do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges, que determina o pagamento de um repasse referente aos serviços prestados em janeiro, possa ser cumprida.

Em um evento na manhã de sábado, representantes da Prefeitura teriam confirmado que o primeiro pagamento será feito assim que o município for notificado. ?Com o repasse da Prefeitura poderemos colocar em dia um dos três salários em atraso com corpo médico?, declarou a diretora-administrativa do hospital, Dilene Jahn Mello Santos.

Segundo a diretora do hospital, o ofício que informa a proposta de emenda parlamentar do deputado federal Paulinho Bornhausen, que pretende destinar um montante de R$ 500 mil ao hospital para custos com materiais e medicamentos, também já chegou à instituição. Semana passada, hospital e governo do Estado firmaram acordo após vistoria às instalações feita pela equipe do governo estadual. No entanto, a parceria será posta em prática na parte das cirurgias eletivas somente quando os três meses de salários atrasados dos médicos estiverem em dia.

 

A parceria com o governo estadual poderá garantir um repasse mensal de até R$ 499 mil ao hospital, mediante atendimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde, SUS, e a realização de cirurgias eletivas. As cirurgias irão atender uma demanda destinada à região do Vale do Itajaí. ?Atingiremos o objetivo das 250 cirurgias mensais gradativamente. Até abril o objetivo é estarmos realizando os 250 procedimentos, que envolverão as áreas de ortopedia, clínica-geral e um pouco mais adiante também a ginecologia. Os demais serviços que temos firmado com o Estado estão funcionando normalmente?, conta Dilene.

Edição 1565
 

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Estado firma parceria com Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Governo do Estado e Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro firmaram acordo na tarde de quarta-feira, dia 19, após vistoria às instalações feita pela equipe do governo estadual. No entanto, a parceria será posta em prática na parte das cirurgias eletivas somente quando os três meses de salários atrasados dos médicos estiverem em dia. ?Quando os salários forem pagos poderemos realizar os procedimentos cirúrgicos. Esperamos fazer o pagamento dos médicos com a verba determinada pela liminar judicial referente ao convênio com a Prefeitura de Gaspar?, afirma a diretora-administrativa do hospital, Dilene Jahn Mello Santos.

A parceria com o governo estadual poderá garantir um repasse mensal de até R$ 499 mil ao hospital, mediante atendimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde, SUS, e a realização de cirurgias eletivas. A primeira parcela será paga no dia 20 de março. Estão asseguradas as verbas de R$ 177 mil do governo do Estado, mais R$ 11 mil de um fundo estadual e ainda R$ 61 mil de uma portaria do Ministério da Saúde, do governo federal, que está para ser oficializada. Esses valores totalizam um aporte mensal de R$ 249 mil.

Caso o hospital cumpra a meta de realizar 250 cirurgias mensais, tem direito a mais uma verba de R$ 250 mil, proveniente do Estado, o que resultaria nos R$ 499 mil. As cirurgias irão atender uma demanda destinada à região do Vale do Itajaí. ?Atingiremos o objetivo das 250 cirurgias mensais gradativamente. Até abril, o objetivo é estarmos realizando os 250 procedimentos médicos, que envolverão as áreas de ortopedia, clínica-geral e um pouco mais adiante abrangerá também ginecologia. Os demais serviços que temos firmado com o governo estadual estão funcionando normalmente?, destaca Dilene.

De acordo com informações da vereadora Ivete Hammes, o governo estadual está decidindo se adiantará a fundo perdido para o hospital o valor de R$ 300 mil. Como o primeiro repasse do governo do Estado será feito daqui a 30 dias, este aporte ajudaria o hospital a iniciar a parceria firmada. ?O governador pediu para obter algumas informações pontuais da Secretaria de Saúde. Estamos à espera de uma resposta?, declara Ivete.

Segundo a diretora do hospital, o ofício que informa a proposta de emenda parlamentar do deputado federal Paulinho Bornhausen, que pretende destinar um montante de R$ 500 mil ao hospital, já chegou à instituição. ?Estou buscando alguns trâmites necessários para que a liberação da verba ocorra logo?, conta. A verba pode ser liberada até dia 31 de maio. Caso o dinheiro não caia na conta do hospital até esta data, o recurso só poderá ser depositado somente após o dia 5 de novembro, devido à lei eleitoral.

Impasse

De acordo com Dilene, neste sábado haverá uma reunião com os conselheiros do hospital de Gaspar para definir quem assinará o termo de caução. Após a formalização da assinatura, a Justiça irá notificar a Prefeitura de Gaspar com a caução de pagamento exigido na liminar do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges para que a ordem judicial seja cumprida. A Prefeitura pode ter a conta sequestrada caso não cumpra a ordem judicial. Segundo apurou o Jornal Cruzeiro do Vale, a secretária de Saúde, Márcia Cansian, teria afirmado essa semana que o município fará o depósito determinado pelo juiz assim que receber a notificação do termo de caução.

Edição 1564

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Ocorre hoje, às 14h, no hospital Nossa Senhora Do Perpétuo Socorro, o encontro entre a direção da instituição e técnicos de saúde do Estado. Serão verificadas as instalações e a infraestrutura do hospital de Gaspar, além de conversações sobre alguns detalhes da recontratualização que precisam ser definidas. Caso haja um parecer favorável dos técnicos de saúde, o repasse estadual, que era de R$ 150 mil, passaria a ser entre R$ 430 mil e R$ 440 mil. 

Com o objetivo de oxigenar a saúde financeira do hospital para que a parceria comece o quanto antes, o governo estadual está para decidir se adiantará a fundo perdido para o hospital o valor de R$ 300 mil. ?Como este possível repasse financeiro de aproximadamente R$ 430 mil da recontratualização só poderia ser feita 30 dias depois da formalização do contrato, estamos em diálogo com o governo para buscar este adiantamento a fundo perdido. Este aporte é necessário para o hospital iniciar a possível parceria firmada?, informa Ivete.

A vereadora conta que nessa terça-feira, dia 18, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira conversou com o governador Raimundo Colombo sobre a possibilidade deste adiantamento a fundo perdido. ?O governador pediu para obter algumas informações pontuais da Secretaria de Saúde. Creio que ainda neste mês de fevereiro haverá uma decisão. Caso a resposta seja positiva, o depósito é feito imediatamente?, declara Ivete.       

O governo estadual não influenciará na gestão do hospital, segundo a vereadora Ivete Hammes, e sim exigirá a contrapartida da prestação de contas das metas estabelecidas a serem cumpridas pelo hospital. 

Segundo informações de Ivete Hammes, que tem participado das conversas entre o hospital e o governo estadual, a expectativa é de que haja a aprovação técnica do hospital nesta tarde, e de que a recontratualização seja assinada ainda neste mês. ?O hospital de Gaspar precisaria cumprir com algumas metas mensais para receber a verba, entre as principais estão 225 internações por mês, 250 cirurgias e atendimentos no Pronto Atendimento de urgência e emergência?, relata.

Verba federal

Outra notícia, porém na esfera federal, é o ofício de emenda parlamentar de autoria do deputado federal Paulinho Bornhausen, que será enviado nesta terça-feira, dia 18, para o hospital de Gaspar e à prefeitura. O conteúdo expõe a possibilidade de o hospital de Gaspar receber neste ano R$ 500 mil. A verba pode ser liberada até dia 31 de maio. Caso o dinheiro não caia na conta do hospital até esta data, o recurso só poderá ser depositado somente após o dia 5 de novembro, devido ao período eleitoral. 

Prefeitura afirma ainda não ter recebido termo de caução

Segundo o procurador-geral do Município, José Carlos Schramm, a Prefeitura de Gaspar ainda está à espera do recebimento do termo de caução para se posicionar quanto ao possível depósito determinado na liminar expedida há dias pela Justiça.

Após ofertar um imóvel como caução e apresentar a documentação ao Fórum de Gaspar, o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ainda depende da assinatura do termo de caução para, possivelmente, ter acesso ao repasse determinado pela Justiça. De acordo com assessores jurídicos do Fórum, é necessário que o responsável, segundo o estatuto da associação do Hospital, assine o termo de caução, o que ainda não aconteceu.

A diretora-administrativa do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, afirmou que está em busca das assinaturas dos conselheiros. ?Estamos correndo atrás da assinatura deste termo para entregarmos à Justiça. Estamos trabalhando para ser o quanto antes", declarou. Após a formalização da assinatura, a Justiça irá notificar a Prefeitura de Gaspar com a caução de pagamento exigido na liminar do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges para que a ordem judicial seja cumprida. A Prefeitura pode ter sua conta sequestrada caso não cumpra a ordem judicial, que determina o pagamento. Na sexta-feira, dia 14, o juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges rejeitou a ação de embargos de declaração contra a liminar expedida na semana retrasada. 

Edição 1564

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Prefeitura afirma ainda não ter recebido termo de caução

Segundo o procurador-geral do Município, José Carlos Schramm, a Prefeitura de Gaspar ainda está à espera do recebimento do termo de caução para se posicionar quanto ao possível depósito determinado na liminar expedida há dias pela Justiça.

A diretora-administrativa do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, afirmou à  reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale que ainda nesta terça-feira, dia 18, haverá uma reunião entre os conselheiros para definir quem são os membros que assinarão o termo de caução de pagamento. ?Estamos correndo atrás da assinatura deste termo para entregarmos à Justiça. Não tenho como falar em prazo, se será nesta quarta, quinta ou sexta que entregaremos o documento. Estamos trabalhando para ser o quanto antes", declarou.

 

Assinatura

Após ofertar um imóvel como caução e apresentar a documentação ao Fórum de Gaspar, o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ainda depende da assinatura do termo de caução para, possivelmente, ter acesso ao repasse determinado pela Justiça. De acordo com assessores jurídicos do Fórum, é necessário que o responsável, segundo o estatuto da associação do Hospital, assine o termo de caução, o que ainda não aconteceu.

Após a formalização da assinatura, a Justiça irá notificar a Prefeitura de Gaspar com a caução de pagamento exigido na liminar do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges para que a ordem judicial seja cumprida. 

Depois de entregue o termo de caução, a Prefeitura pode ter sua conta sequestrada caso não cumpra a ordem judicial, que determina o pagamento. Na sexta-feira, dia 14, o juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges rejeitou a ação de embargos de declaração contra a liminar expedida na semana retrasada. ?Desta forma, revelam-se incabíveis os embargos de declaração, porquanto inexistentes os vícios que caracterizam os pressupostos legais de embargabilidade?, escreveu o juiz em sua resposta ao embargo.

Edição 1564

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Falta de assinatura prorroga prazo para pagamento

 

Após ofertar um imóvel como caução e apresentar a documentação ao Fórum de Gaspar, o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ainda depende da assinatura do termo de caução para, possivelmente, ter acesso ao repasse determinado há 10 dias pela Justiça. De acordo com assessores jurídicos do Fórum, é necessário que o responsável, segundo o estatuto da associação do Hospital, assine o termo de caução, o que ainda não aconteceu. 

Após a formalização da assinatura, a Justiça irá notificar a Prefeitura de Gaspar com a caução de pagamento exigido na liminar do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges para que a ordem judicial seja cumprida. ?Estamos agilizando a assinatura deste termo para recebermos o repasse financeiro especificado na liminar?, garantiu a diretora-administrativa do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, na tarde desta segunda-feira.

Depois de entregue o termo de caução, a Prefeitura pode ter sua conta sequestrada caso não cumpra a ordem judicial, que determina o pagamento. Na sexta-feira, dia 14, o juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges rejeitou a ação de embargos de declaração contra a liminar expedida na semana retrasada. ?Desta forma, revelam-se incabíveis os embargos de declaração, porquanto inexistentes os vícios que caracterizam os pressupostos legais de embargabilidade?, escreveu o juiz em sua resposta ao embargo. A reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale entrou em contato durante todo o dia com o procurador-geral do Município, José Carlos Schramm, porém não obteve retorno.

 

 

Contrato com o Estado pode ser reatado 

De acordo com informações postadas na rede social do vice-governador Eduardo Pinho Moreira, o político recebeu na tarde dessa terça-feira, dia 18, a vereadora de Gaspar Ivete Hammes e alguns empresários do município para tratar sobre a situação do hospital de Gaspar. Segundo a postagem, foi discutida a recontratualização dos serviços prestados. O repasse estadual, que era de R$ 150 mil, agora passaria a ser de R$ 430 mil. ?Ainda ne sta semana os técnicos da Secretaria de Saúde irão até o município tratar dos detalhes deste novo convênio?, escreveu Eduardo Pinho Moreira. 

No dia 31 de janeiro deste ano, ventilou-se a chance em uma reunião entre a administração do Hospital, Secretaria Estadual de Saúde e município da possível gestão compartilhada entre município, hospital e Estado, com a assinatura da contratualização. Na época, a diretora do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, não assinou o documento alegando algumas pendências que precisavam ser resolvidas antes de dar um passo como este, entre elas o impasse que envolve o hospital e a Prefeitura.

 

 

Deputado federal busca verba para hospital

Outra notícia, porém na esfera federal, é o ofício de emenda parlamentar de autoria do deputado federal Paulinho Bornhausen, que será enviado nesta terça-feira, dia 18, para o hospital de Gaspar e à Prefeitura. O conteúdo expõe a possibilidade de o hospital de Gaspar receber neste ano R$ 500 mil. A verba pode ser liberada até dia 31 de maio. Caso o dinheiro não caia na conta do hospital até esta data, o recurso poderá ser depositado somente após o dia 5 de novembro, devido ao período eleitoral. 

 

 

Edição 1563

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Após rejeição de embargo, aumenta expectativa no caso do Hospital de Gaspar

 

Depois da rejeição nessa sexta-feira, dia 14, por parte do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges da ação de embargos de declaração contra a liminar expedida na semana retrasada, a semana inicia sob expectativa em especial sobre o repasse financeiro que a Prefeitura de Gaspar precisa efetuar, segundo determinação da própria liminar.

A reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale entrou em contato com o procurador-geral do Município, José Carlos Schramm, e com a secretária de Saúde, Márcia Cansian, porém ambos estão em reunião nesta manhã de segunda. O prazo da liminar para o dinheiro ser pago expirou nessa sexta-feira, dia 14.

Ainda na semana passada, a diretora-administrativa do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, ressaltou à reportagem do Cruzeiro do Vale que a caução necessária para o pagamento do hospital já havia sido apresentada à Justiça no dia 12 d e fevereiro. "Agora, cabe a Justiça entregar a notificação de caução de pagamento à prefeitura", declarou Dilene.

De acordo com assessores jurídicos do Fórum de Gaspar, caso a prefeitura não faça o pagamento, o valor pode até mesmo ser sequestro diretamente da conta do município. ?Desta forma, revelam-se incabíveis os embargos de declaração, porquanto inexistentes os vícios que caracterizam os pressupostos legais de embargabilidade?, escreveu o juiz em sua resposta ao embargo.

Edição 1563
 

Ordem judicial exige que pagamento ao Hospital de Gaspar seja feito sexta-feira

O juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges rejeitou a ação de embargos de declaração contra a liminar expedida por ele na semana passada. Segundo a própria liminar, o prazo da liminar para o dinheiro ser pago expira nesta sexta-feira, dia 14.   

O Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ainda aguarda o depósito da prefeitura segundo a ordem judicial. De acordo com assessores jurídicos do Fórum de Gaspar, caso a prefeitura não faça o pagamento, o valor pode até vir a ser sequestro da conta do município. ?Desta forma, revelam-se incabíveis os embargos de declaração, porquanto inexistentes os vícios que caracterizam os pressupostos legais de embargabilidade?, escreveu o juiz em sua resposta ao embargo.

Procurado pela reportagem do jornal Cruzeiro do Vale na manhã desta sexta-feira, dia 14, o Procurador-Geral do Município, José Carlos Schramm, informou que o município ainda não tem a decisão se efetuará o depósito ainda nesta sexta-feira. 

A diretora-administrativa do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, declara que a caução do hospital já foi apresentada à Justiça e à prefeitura. ?Ressalto que ficou muito claro na liminar que o juiz determinou o pagamento das quatro prestações do convênio findo dos serviços públicos de urgência e emergência, no âmbito do SUS, relativo ao convênio de 2013?, reitera Dilene.

Edição 1563
 

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Hospital ainda aguarda depósito da Prefeitura

O Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ainda aguarda o depósito da Prefeitura segundo a ordem judicial via liminar do juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges, expedida na semana passada. O prazo da liminar para o dinheiro ser pago expira nesta sexta-feira, dia 14, mas até esta quinta o município aguardava a avaliação dos embargos antes de decidir sobre o depósito. De acordo com assessores jurídicos do Fórum de Gaspar, caso a Prefeitura não faça o pagamento, o valor pode até vir a ser sequestro da conta do município.

A Prefeitura de Gaspar apresentou essa semana embargos de declaração contra a decisão do juiz e também pode recorrer ao Tribunal de Justiça, em Florianópolis. No entanto, segundo especialistas, a liminar neste caso seria mais uma medida paliativa para que haja um consenso entre as partes. A diretora-administrativa do hospital de Gaspar, Dilene Jahn Mello Santos, declara que a caução do hospital já foi apresentada à Justiça e à Prefeitura. ?Ressalto que ficou muito claro na liminar que o juiz determinou o pagamento das quatro prestações do convênio findo dos serviços públicos de urgência e emergência, no âmbito do SUS, relativo ao convênio de 2013?, reitera Dilene.

Segundo o Procurador-Geral do Município, José Carlos Schramm, a Prefeitura de Gaspar foi citada na sexta-feira, dia 7, para apresentar defesa e efetuar o pagamento do repasse financeiro. De acordo com a procuradoria, haveria interpretações dúbias em relação à decisão proferida e o conteúdo prescrito no mandado de citação. O valor mencionado na liminar também é questionado pelo município.

Edição 1562
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Prefeitura recebe notificação de liminar

A Prefeitura de Gaspar recebeu na sexta-feira, dia 7, a notificação judicial da Comarca de Gaspar sobre a liminar expedida na tarde de quinta-feira, dia 6. A decisão obriga a prefeitura a efetuar o pagamento de R$ 385 mil para o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, referente aos serviços de urgência e emergência realizados em janeiro, além de manter os pagamentos pelos próximos três meses, até abril. A prefeitura tem até cinco dias para fazer o depósito determinado pela Justiça.

Ainda segundo a liminar, nestes mesmos 90 dias o município poderá e deverá realizar os procedimentos administrativos necessários para prestar serviços de urgência e emergência através de meios próprios ou por convênio ou contrato com a iniciativa privada, desde que baseado em processo de licitação e notificando o hospital. O juiz deixa claro que quando o prazo de 90 dias terminar o hospital de Gaspar ficará desobrigado de prestar os serviços de urgência e emergência.

Raphael de Oliveira e Silva Borges ressaltou, ainda, que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é uma associação de pessoa jurídica de direito privado, e que não há como forçar o município de Gaspar a renovar o convênio, pois se trata de uma decisão de âmbito executivo.

O impasse entre Prefeitura e hospital surgiu quando o hospital recebeu a rejeição da prestação de contas apresentada à Prefeitura, por falta de detalhes em documentos encaminhados ainda na administração anterior da entidade, no primeiro semestre de 2013. Em dezembro de 2013, a Prefeitura não renovou o convênio que garantia repasse mensal de R$ 245 mil à instituição enquanto não houvesse esclarecimento sobre o uso dos aproximadamente R$ 900 mil. Uma ação judicial já foi aberta contra a empresa para que forneça a prestação de contas.

Segundo a secretária de Saúde, Márcia Cansian, o departamento jurídico da Prefeitura está buscando todas as informações sobre o caso no Fórum de Gaspar. ?Depois que a P rocuradoria da Prefeitura tiver todos os documentos dos autos, teremos uma posição. Alguns esclarecimentos como o caso do valor de repasse colocado pela liminar, que é diferente do valor que a Prefeitura vinha depositando, precisam ser feitos no nosso entendimento?, declara Márcia.

A reportagem do Jornal Cruzeiro do Vale entrou em contato durante toda a segunda-feira com o procurador do município, José Carlos Schramm, porém não obteve retorno.

Edição 1561
 

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Liminar garante pagamentos da prefeitura ao hospital

O juiz Raphael de Oliveira e Silva Borges expediu na tarde desta quinta-feira, dia 6, uma liminar judicial que obriga a Prefeitura de Gaspar a efetuar o pagamento de R$ 385 mil para o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, referente aos serviços de urgência e emergência realizados em janeiro. Segundo a liminar, durante três meses o hospital receberá os pagamentos de R$ 385 mil, mesmo prazo fixado para a prefeitura e o hospital fazerem um possível acordo de um novo contrato.

Após a intimação ser entregue, a Prefeitura de Gaspar terá cinco dias para fazer o pagamento retroativo ao mês de janeiro. O juiz destacou ainda em seu texto que a situação financeira precária do hospital depende dos recursos para atender a população local.

Segundo a liminar, nestes mesmos 90 dias o município poderá e deverá realizar os procedimentos administrativos necessários para prestar serviços de urgência e emergência através de meios próprios meios ou por convênio ou contrato com a iniciativa privada, desde que baseado em processo de licitação e notificando o hospital. O juiz deixa claro que quando o prazo de 90 dias terminar o hospital de Gaspar ficará desobrigado de prestar os serviços de urgência e emergência.

Raphael de Oliveira e Silva Borges ressaltou, ainda, que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é uma associação de pessoa jurídica de direito privado, e que não há como forçar o município de Gaspar a renovar o convênio, pois se trata de uma decisão de âmbito executivo. Procurado pelo Cruzeiro do Vale, o prefeito Pedro Celso Zuchi afirmou que vai esperar a intimação para definir os próximos passos junto com o departamento jurídico do município.

 

 

Prazo inicial iria até segunda

Antes de a liminar ser expedida pela Justiça, a diretora-administrativa do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, havia afirmado que o prazo acordado entre os médicos e o conselho administrativo para o hospital não parar de vez seria até esta segunda-feira, dia 10. ?Estou fazendo o que posso. Agora o setor jurídico está tentando entrar em contato com os advogados da prefeitura para averiguar todas as coisas. Tomara que se encontre uma saída para o caso?, declarou Dilene.

Também antes da liminar, o secretário de Administração e Finanças de Gaspar, Michael Zimmermann, informou que o hospital teria a possibilidade de parcelar em 60 vezes a devolução do valor que não teve a prestação de contas aprovada pelo município, quase R$ 900 mil. ?O parcelamento ficaria em aproximadamente R$ 20 mil e resolveria os problemas. O hospital poderia voltar a receber o repasse de R$ 245 mil?, argumentou.

Na tarde desta quinta-feira, a Prefeitura chegou a divulgar uma nota informando que os R$ 900 mil já foram inscritos em dívida ativa, o que permitiria o parcelamento. No início da semana, a direção do hospital cogitou a devolução dos valores, desde que em juízo, já que o caso estaria sob avaliação da Justiça.

A reportagem do jornal Cruzeiro do Vale tentou entrar em contato com a secretária de Saúde, Márcia Cansian, mas não obteve retorno. Antes da reviravolta no caso do hospital devido à decisão judicial, a secretária informou que houve uma reunião do Conselho Municipal de Saúde na terça-feira, dia 4, com a presença da diretora-administrativa do hospital, em busca de uma solução. ?Como a gestão do hospital é estadual não podemos intervir. Enquanto o caso não é resolvido, estamos com o Centro de Acolhimento de Risco, CAR, no Centro, funcionando 24h por dia, com exceção dos atendimentos de urgência e emergência?, reforça a secretária, que volta a destacar a recusa do hospital em aderir à gestão compartilhada entre hospital, município e Estado.

 

 

MP e Tribunal de Contas

Segundo informações do Ministério Público, a Prefeitura de Gaspar foi notificada dia 31 de janeiro com a finalidade de dar um parecer ao MP sobre os acontecimentos envolvendo a própria prefeitura e o hospital. ?O município tem até 10 dias úteis a partir de sexta-feira, dia 31, para repassar as informações pedidas. Estamos acompanhando o caso e com base nas informações que a prefeitura repassar vamos analisar a situação para tomar as medidas legais?, contou a promotora de justiça Renata de Souza Lima.

O Tribunal de Contas informou à reportagem do jornal Cruzeiro do Vale informou que não há nenhuma decisão do TCE de Santa Catarina sobre o assunto. Segunda o TCE, Em 29 de novembro de 2013 a Prefeitura de Gaspar protocolou no TCE/SC as prestações de contas do hospital, relativas aos meses de janeiro a julho de 2013. Segundo o órgão, as prestações de contas serão analisadas pela Diretoria de Controle dos Municípios (DMU), que elaborará relatórios técnicos preliminares, sendo que será dado o direito de defesa ao Hospital de Gaspar. 

Após estes procedimentos, a DMU produzirá os relatórios técnicos conclusivos. De acordo com a tramitação, os processos terão que ser submetidos ao Ministério Público junto ao TCE/SC, ao relator e ao Pleno, para emissão de decisão de regularidade ou a irregularidade.

 

 

População torce por final feliz

Usuárias do Hospital do Gaspar, Geraldina Reint, moradora do bairro Alto Gasparinho, e Iara Calson, residente do bairro Gaspar Alto, torcem por um desfecho feliz. ?Trouxe o meu esposo com apendicite para ser atendido no hospital e não precisei ir a outra cidade. É evidente que há dificuldades no atendimento às vezes, mas ter um hospital em Gaspar facilita muito nossa vida?, declara. ?A gente acredita ainda que as partes envolvidas cheguem num bom senso que beneficie em especial a população de Gaspar?, torce Iara.

Dorvalina Scotine, moradora do bairro Santa Terezinha, já fez até abaixo-assinado para que o hospital não feche. ?Começamos a colher assinaturas na semana passada e acredito que chegaremos a 3 mil assinaturas A saúde da população deve ser priorizada neste momento?, declara Dorvalina.  

O impasse entre prefeitura e hospital surgiu quando o hospital recebeu a rejeição da prestação de contas apresentada à Prefeitura, por falta de detalhes em documentos encaminhados ainda na administração anterior da entidade, no primeiro semestre de 2013. Em dezembro de 2013, a Prefeitura não renovou o convênio que garantia repasse mensal de R$ 245 mil à instituição enquanto não houvesse esclarecimento sobre o uso dos aproximadamente R$ 900 mil. Uma ação judicial já foi aberta contra a empresa para que forneça a prestação de contas.

Pronto Atendimento do hospital deve manter os serviços até sábado

Mais cinco dias. Este foi o prazo acordado entre os médicos e o conselho administrativo do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro para o hospital não parar de vez.

Funcionando normalmente neste período de cinco dias, com todas as suas prestações de serviço, como pronto atendimento, sala de perto e cirurgias, entre outras, a diretora-administrativa do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, luta contra o tempo para conseguir pagar ao menos uma das duas folhas de pagamento em atraso, cada uma no valor aproximado de R$ 245 mil, sem contar a de fevereiro, que vence neste mês.

Com um corpo clínico de aproximadamente 60 profissionais, os médicos estão sem receber há dois meses, segundo a diretora. ?Estou tentando buscar soluções e outras opções para tentar resolver este impasse. Nosso canal de comunicação com a prefeitura não é mais o mesmo de outros meses, devido ao desgaste de negociações para se revolver este problema. Mas mesmo assim queremos encontrar uma saída o quanto antes, pois a proporção deste imbróglio está passando do limite. Estou exausta?, revelou Dilene Jahn Mello Santos, na manhã desta terça-feira. O custo total mensal do hospital com investimentos é de aproximadamente R$ 800 mil e sem investimentos é de R$ 600 mil.

Até o final de semana, quando termina o prazo de cinco dias definido na reunião desta terça, a direção do hospital pretende trabalhar para buscar uma solução que possa trazer de volta o repasse do município. ?Estamos abertos a qualquer possibilidade, mas não podemos deixar o hospital fechar?, defende.

Edição 1559

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Pronto Atendimento sob incerteza

Após anunciar a possibilidade de fechar o Pronto Atendimento a partir desta terça-feira, dia 4, o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro decidiu manter os serviços ao menos por mais um dia. A decisão foi confirmada à reportagem do Cruzeiro do Vale pela diretora-administrativa do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, na noite desta segunda-feira, após reunião com o conselho administrativo. Ainda assim, a diretora afirma que a decisão é válida apenas para esta terça e que a sequência dos serviços não está garantida. ?Vamos de grão em grão, vendo o que acontece. Não podemos nos endividar, mas ninguém no hospital quer o fechamento. Já estamos trabalhando há mais de um mês sem o repasse, o que é um dia a mais??, resumiu.

Na tentativa de minimizar os efeitos do eventual fechamento do PA, a Secretaria de Saúde anunciou que o Centro de Acolhimento de Risco, CAR, no Centro, passará a funcionar 24h por dia já a partir desta terça. Para isso, a Prefeitura encaminhou contratações ainda nesta segunda.

O fechamento do Pronto Atendimento é consequência do impasse entre o hospital e a Prefeitura, que não renovou o convênio que garantia repasse mensal de R$ 245 mil à instituição. O motivo seria a inexistência da prestação de contas de R$ 898 mil, valores repassados ainda na administração anterior da entidade, no primeiro semestre de 2013.

De acordo com a secretária de Saúde, Márcia Cansian, o município contratou uma empresa para realizar o atendimento à comunidade no CAR. A empresa seria a mesma que disponibiliza médicos para o hospital. Os profissionais puderam ser contratados após a Prefeitura de Gaspar publicar um decreto no Diário Oficial dos Municípios declarando estado de calamidade e perigo público iminente no atendimento na rede hospitalar da cidade.

Conforme afirma a secretária, uma reunião entre a administração do Hospital, Secretaria de Saúde Estadual e município foi realizada na tarde de sexta-feira, dia 31. No encontro, foi discutida a situação da instituição e a possível gestão compartilhada entre município, hospital e Estado, com a assinatura da contratualização (documento que poderia disponibilizar cerca de R$ 580 mil mensalmente, proveniente do Estado, ao hospital de Gaspar). ?Porém, a atual administradora do hospital achou melhor não assinar a contratualização. Em nenhum momento da reunião foi mencionado o possível fechamento do PA?, explica Márcia.

 

Comunicado

Entretanto, ainda na tarde de sexta, a Secretaria teria recebido um e-mail do hospital informando que a partir de terça não haveria mais atendimento no PA. ?Logo tomamos providências para que o CAR consiga atender a essa demanda. Mas essa ainda é uma situação que nos preocupa, já que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um hospital geral e por isso é obrigado a atender os casos de urgência e emergência?.

Por mês, pouco mais de 2mil pessoas são atendidas no PA do hospital. A secretária de Saúde reconhece as limitações estruturais do CAR, mas diz acreditar que com o auxílio da empresa contratada o Centro de Acolhimento possa atender grande parte dessa demanda. Para a secretária, a gestão compartilhada seria a melhor solução.

Hospital não se mantém sem apoio do município

A administradora do hospital, Dilene Jahn Mello Santos, afirma que o corpo médico da instituição está há cerca de 60 dias sem receber. Essa situação, somada às várias outras dificuldades que vêm enfrentando, fez com que a possibilidade de fechar o Pronto Atendimento fosse comunicada à Prefeitura. ?Ninguém é rival de ninguém, pelo contrário, temos que estar unidos nisso. Mas é muito difícil encontrar soluções sem contar com o apoio financeiro de todos?, destaca. Apesar de ter comunicado à comunidade que o Pronto Atendimento seria fechado, Dilene ainda acredita que alguma solução possa aparecer em breve. ?É impossível reestruturar uma máquina falida sem apoio. Nós tínhamos um convênio com o município que já durava algum tempo e que nos ajudava a manter o hospital e não podemos ficar sem ele e continuar em pé. Precisamos desse repasse para evitar que a comunidade fique sem o atendimento do PA?. Quanto à gestão compartilhada do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a administradora diz que algumas pendências precisam ser resolvidas antes de dar um passo como este. 

Samu e bombeiros devem continuar levando pacientes ao hospital

Em comunicado emitido pela Prefeitura de Gaspar, através da Secretaria de Saúde, ainda antes da decisão do hospital de manter os serviços ao menos nesta terça, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Samu, e Corpo de Bombeiros Militar de Gaspar foram orientados a continuar encaminhando os casos de urgência e emergência ao Hospital de Gaspar. Caso o hospital deixe de oferecer esses serviços em situações em que haja risco envolvido, o que ainda não foi confirmado, os pacientes seriam encaminhados ao Hospital Santo Antônio, em Blumenau. Entretanto, até as 17h desta segunda-feira, 3, o hospital de Blumenau não havia recebido nenhum comunicado oficial.

 

Impasse

O impasse entre Prefeitura e hospital surgiu quando o hospital não conseguiu apresentar a prestação de contas detalhada dos serviços médicos prestados à Prefeitura enquanto era administrado pela empresa MP. Uma ação judicial já foi aberta contra a empresa para que forneça a prestação de contas. Como garantia, o hospital já chegou a oferecer um terreno ao município, mas o Tribunal de Contas do Estado não aceitou a negociação.

 

 

Edição 1559

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Pronto Atendimento do Hospital de Gaspar estará fechado a partir de terça-feira, 4

A partir desta terça-feira, 4, o Pronto Atendimento do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Gaspar, não atenderá mais a comunidade. O Centro de Acolhimento de Risco, CAR, no Centro da cidade, será responsável por atender a população 24h por dia. Apesar disso, o Hospital de Gaspar terá que continuar a atender os casos de urgência e emergência por ser um hospital geral. De acordo com a secretária de Saúde, Márcia Cansian, o município contratou uma empresa que irá, juntamente com a equipe do CAR, realizar o atendimento a comunidade. Os profissionais puderam ser contratados com maior rapidez após a Prefeitura de Gaspar publicar um Decreto no Diário Oficial dos Municípios na sexta-feira, 31 de janeiro, declarando estado de calamidade e perigo público iminente no âmbito do atendimento na rede hospitalar da cidade.

Edição 1559
 

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PA do Hospital de Gaspar segue atendendo a comunidade

Após ser divulgado o risco de o Pronto Atendimento do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Gaspar, ser novamente fechado devido a um impasse entre a Prefeitura de Gaspar e a administração do Hospital, o município publicou nesta segunda-feira, dia 3, no Diário Oficial dos Municípios, o decreto nº 5.764, de 31 de janeiro de 2014. No documento, a Prefeitura declara estado de calamidade e perigo público iminente, no âmbito do atendimento na rede hospitalar do município de Gaspar. Segundo os artigos 1º, 2º e 3º do decreto, ?o município declara estado de calamidade e iminente perigo público frente ausência de atendimento por parte do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, trazendo riscos à saúde e vida da população/usuários?. 

Apesar da ameaça do Pronto Atendimento do Hospital de Gaspar ser fechado em 48 horas, a partir de quinta-feira, 30 de janeiro, o atendimento nesta segunda-feira continua normalmente.

Confira abaixo o documento na íntegra:
 
Decreto Nº 5.764, de 31 de Janeiro de 2014.
DECRETO Nº 5.764, DE 31 DE JANEIRO DE 2014.
DECLARA ESTADO DE CALAMIDADE E PERIGO PÚBLICO IMINENTE,
NO ÂMBITO DO ATENDIMENTO NA REDE HOSPITALAR DO
MUNICÍPIO DE GASPAR, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O PREFEITO MUNICIPAL DE GASPAR, no uso de suas atribuições legais que lhe confere o art. 72, inciso IV, da Lei Orgânica do Município de Gaspar, e:
CONSIDERANDO o disposto nos artigos 147 e 148, da Lei Orgânica do Município de Gaspar; art. 153, da Constituição do Estado de Santa Catarina; artigos 6º, 23, 30, 197, 198, 277 e 196, todos da Constituição da República Federativa do Brasil, este último, dispondo que: ?a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação?,como também, as Leis nº8.080/1990; 8.142/1990;8.666/1993; e 6.439/1977;
CONSIDERANDO a observância aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, legalidade, impessoalidade, publicidade,moralidade, eficiência, eficácia e efetividade;
CONSIDERANDO a responsabilidade no trato da coisa pública, mormente quanto aos critérios de aplicação dos recursos públicos;
CONSIDERANDO o prescrito pelo Conselho Municipal de Saúde no Relatório da Visita Técnica nº 01/2013, datado de 18 de junho de 2013;
CONSIDERANDO o descumprimento, por parte do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, CNPJ nº 84.045.83/00001-25, com sede na Rua José Krauss, nº 97, bairro Sete de Setembro, no Município de Gaspar - SC ? único hospital no Município de Gaspar ? SC -, de inúmeras cláusulas pactuadas no corpo do Termo de Convênio nº 001/2013 (vigente entre 01/01/2013 até 31/12/2013);
CONSIDERANDO que a Controladoria Interna do Município de Gaspar, após análise das prestações de contas apresentadas pelo Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, manifestou-se pela devolução, por parte do Hospital, no valor de R$ 899.080,60 (oitocentos e noventa e nove mil oitenta reais e sessenta centavos), conforme memorando nº 131/2013, datado de 29/11/2013;
CONSIDERANDO que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, diante das irregularidades constatadas pela Controladoria do Município após análise daquela prestação de contas, não solucionou as irregularidades apontadas (em que pese ter sido devidamente notificado - comunicado), o que impede o Município de firmar novo convênio, conforme prescreve a Lei nº 8.666/1993, a Instrução Normativa nº 14/2012, do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, e o Decreto Municipal nº 900/2005;
CONSIDERANDO que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
foi devidamente Notificado para ressarcir aos cofres públicos
municipais o valor de R$ 899.080,60 (oitocentos e noventa e nove
mil oitenta reais e sessenta centavos), referente à desaprovação
da prestação de contas do convênio em referência;
CONSIDERANDO que o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
é o único que atende emergência e urgência da população
do Município de Gaspar e circunvizinhos (Luis Alves e Ilhota, principalmente,
dentre outros) pelo Sistema Único de Saúde ? SUS;
CONSIDERANDO a importância que representa o Hospital Nossa
Senhora do Perpétuo Socorro para o Município de Gaspar e Região
no atendimento à saúde, razão pela qual se firmou Termo de Convênio
em referência;
CONSIDERANDO o número expressivo de usuários na procura de
atendimento à saúde junto ao Hospital Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro;
CONSIDERANDO a necessária e indispensável garantia no direito
ao atendimento à saúde da população de forma séria, profissional
e com o devido respeito que todos merecem;
CONSIDERANDO, em homenagem ao princípio da continuidade da
prestação do serviço público, ser indispensável e necessário que o
Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro mantenha o serviço
público a que se propôs;
CONSIDERANDO que a paralisação imprevisível do atendimento
regular por parte do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
- conforme noticiado no corpo do documento datado de 30 de
janeiro de 2014, fls. 04, parágrafo 4º, oriundo daquele nosocômio,
publicação de matéria veiculada pelo Jornal Cruzeiro do Vale no
dia 31 de janeiro de 2014, página 06, como também, entrevista
concedida na Rádio Ativa FM Ltda (Rádio 89 FM), no dia 31 de
janeiro de 2014, às 08h36min, pela Diretora Dilene J. Mello Santos
-, via de consequência, acarretará transtornos e imprevisíveis
prejuízos à saúde da população, podendo, inclusive, trazer risco
de morte;
CONSIDERANDO que as Unidades Básicas de Saúde não sedestinam aos serviços de Emergência e Urgência para o atendimento
dos que deles necessitam;
CONSIDERANDO a primazia dos direitos inalienáveis à saúde de
todos, à vida das pessoas e os interesses supremos da população
à garantia e preservação desses direitos, sob perigo iminente, nos
moldes prescritos no corpo do artigo 5º, inciso XXV, da Constituição
Federal; e
CONSIDERANDO que, diante das realidades que se apresentam,
resta caracterizado o estado de calamidade pública e a situação
de perigo público iminente no atendimento na rede hospitalar no
Município de Gaspar, haja vista que foi noticiada a paralisação das
atividades do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, razão
pela qual faz o Município de Gaspar tomar providências urgentes
e necessárias,
DECRETA:
Art. 1º DECLARA ESTADO DE CALAMIDADE E IMINENTE PERIGO
PÚBLICO FRENTE AUSÊNCIA DE ATENDIMENTO POR PARTE DO
HOSPITAL NOSSA SENHORA DO PERPÉTIUO SOCORRO TRAZENDO
RISCOS À SAÚDE E VIDA DA POPULAÇÃO/USUÁRIOS, na forma
dos motivos e fundamentos informados no presente Decreto.
Art. 2º As despesas decorrentes deste Decreto correrão à conta
das dotações próprias do orçamento vigente.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Prefeitura Municipal de Gaspar, em 31 de janeiro de 2014.
PEDRO CELSO ZUCHI
Prefeito Municipal

Edição 1559
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Hospital ameaça fechar Pronto

paGG.jpgAtendimentoUm impasse ameaça fechar mais uma vez, em 48 horas a partir desta quinta-feira, as portas do Pronto Atendimento do Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Gaspar. De acordo com uma carta enviada pela administradora, Dirlene Jahn Mello Santos, à Prefeitura de Gaspar na tarde desta quinta-feira, se não for retomado o repasse feito mensalmente ao Hospital, não haverá como manter os serviços conveniados.

A administradora alega que os serviços de atendimento de emergência, sala de parto emergencial e de médicos plantonistas em diversas especialidades fica inviabilizado sem os recursos do município. Até dezembro, os valores estavam em R$ 245 mil, e um novo convênio, se fosse firmado, corrigiria os valores para R$ 262mil, o que evitaria uma nova interrupção no atendimento.

?Sem este recurso não há como mantermos as condições mínimas de operação, salários dos profissionais etc. O que incomoda não é somente a falta de valores, mas também a não-renovação do convênio, o que deixa os médicos apreensivos, e eles acabam procurando outros municípios para prestar serviço?, alega Dirlene.

O prefeito Pedro Celso Zuchi alega que não tem como firmar novo convênio nem continuar repassando os valores, porque o Tribunal de Contas de Santa Catarina cobra a inexistência de uma prestação de contas na ordem de R$ 898 mil reais, ainda referentes à administração anterior da entidade. ?Temos um excelente relacionamento com a atual administração, inclusive somos parceiros na iniciativa de chegarmos a uma solução, mas também estamos de mãos atadas. Essa é uma situação que cabe ao Hospital resolver, não à administração municipal?, explica o prefeito.

Como fica

Se o Pronto Atendimento for fechado mais uma vez, o CAR no Centro da cidade será o responsável pelos atendimentos de emergência nas especialidades atendidas pelo convênio firmado com o Hospital. A administradora Dirlene Jahn Mello Santos discorda da possibilidade de um atendimento satisfatório, pelo alto número de ocorrências de emergência que são destinadas hoje ao Hospital.

?Não vejo como o CAR possa atender a esta demanda, a população vai ficar prejudicada, com certeza. Gostaria que a população entendesse que essa medida é de extrema urgência, e vai contra a nossa vontade enquanto administração e até mesmo Conselho Administrativo?, justifica Dirlene.

O prefeito Celso Zuchi lembra que esta é uma situação conhecida e por isso já está pensando em alternativas desde o ano passado. ?Entramos em contato com o Tribunal de Contas, tentamos inclusive fazer um novo contrato, mas fomos orientados a não procedermos dessa maneira. Não há alternativa, se o Hospital não regularizar essa situação, não temos como renovar ou realizar novo convênio?, diz o prefeito.

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Comentários

Angela
28/02/2014 12:08
Sim ,quando era a outra equipe que assumia o hospital o prefeito nunca pediu prestação de contas?Pq só agora o prefeito o prefeito exige prestação de contas?Temos q prestar contas certo?Mais primeiro ele deixa roubar depois quer agir?Vai cobra daqueles q estão devendo .Como diz a dona Dorvalina,se fechar o hospital então colocamos no chão,para q feche pra sempre.Para que investiram tanto no hospital para deixar fechado?Parado?
Antonio
25/02/2014 19:43
Carlos, realmente não te entendo.
Você se contradiz em muitos aspectos.
Pelo que pouco entendo (e já passei por isso), quando você entra em um hospital por um plano de saúde não pode alterar para o SUS ou para particular, só porque o plano não atende, a não ser que pague propina e, caso você fez isso, aí você perde toda a razão quando descreve ser o mais correto de todos os cidadães... até parece que você é do PT, pois todos do PT são inocentes, santos.....
Mas enfim deixa pra lá, o importante é que o nosso hospital conseguiu com a justiça, com o governo do estado, com o governo federal, com pessoas do bem os repasses para se manter aberto.
Agradeço as pessoas que se empenharam, que compraram a rifa, que ajudaram de alguma maneira para que o nosso hospital continue funcionando, e tomara que não tenhamos que passar novamente por essa situação desumana no futuro.
Carlos
21/02/2014 09:49
Antonio, desculpe mas não entendeste nada do que escrevi e não podes dizer o que não sabes. Apenas coloquei o que é legal, não é questão de defender Fulano ou Beltrano, é a lei que deve ser respeitada. Tando você quanto eu sabemos a burocracia que envolve o governo em todas as esferas e infelizmente temos que segui-la e se a lei diz que um convênio público só pode ser renovado se o que já foi repassado tenha tido as devidas prestações de contas, ela deve sr respeitada, pois trata-se do seu, do meu , do nosso dinheiro. Então para sermos exemplos, como disseste, devemos fazer tudo dentro do que a lei determina. Para saberes, já utilizei sim o SUS, ainda utilizo se necessário, pois meu plano de saúde não cobre tudo, e também utilizo sim o hospital de Gaspar e sempre fui muito bem atendido. Deves entender que muitas vezes não podemos pensar e falar pela emoção e sim pela rasão, mantendo sempre o respeito, pois agredir, não leva a nada ...
Carlos2
20/02/2014 11:39
Gostaria de parabenizar a Vereadora Ivete, a qual foi terça-feira a tribuna e assegurou que esta parceria com o estado e federal ia acontecer, mas teve gente do PT que ria da cara dela. Portanto Ivete na próxima reunião da câmara de o troco e coloque esses elementos nos seus devidos lugares.
Antonio
17/02/2014 19:43
Carlos, um erro não justifica outro erro.
Os brasileiros que você se refere como acomodados eu não faço parte.
Se o Hospital Santo Antonio tem um atendimento desumano, temos que mostrar que no Hospital de Gaspar o tratamento com as pessoas é
digno e respeitoso.
Não é porque os outros roubaram, desviaram e desviam verbas que devemos ficar observando fazerem isso também em Gaspar.
Pra que sermos igual ao resto do país?
Vamos ser exemplos para o Brasil, mostrar que aqui somos diferentes.

Agora não sei porque você defende tanto o Celso Zuchi se nem o hospital você utiliza.
Deveria sim era ser solidário com seus irmãos gasparenses que não tem outra alternativa, e incentivar o governo a repassar a verba para não faltar o atendimento.
Ou você é daqueles que pensa somente em você e os sem condições que se lixem?
Tomara que você não dependa nunca do SUS, pois eu queria ver você chegar com um familiar doente ou machucado, e não conseguirem te atender porque falta medicamento ou por falta de médico.
Carlos
17/02/2014 11:54
Antonio, não quero polemizar, você esta correto. Hoje graças ao meu trabalho, consigo manter um plano de saúde, mas nunca posso dizer que não beberei dessa água, nunca se sabe o dia de amanhã. O que comento aqui é algo que devemos entender, a legalidade do processo. Por muito menos, mas muito menos mesmo, o prefeito de Pomerode foi cassado na semana passada. É claro que o povo é que acaba pagando, mas também não devemos pensar que é um problema só do nosso Hospital, é geral no Brasil e neste mesmo jornal, podes ver o clip de uma mãe desesperada no Hospital Sto Antonio em Blumenau. O grande problema é que os brasileiros são acomodados, não protestam como deveriam. No ano passado até iniciou-se alguns movimentos, mas já sumiram... É revoltante ter-se dinheiro, muito dinheiro para copa do mundo, para olimpíadas e nossas escolas, nossos hospitais, jogados às traças... e mais revoltante é voltarmos um pouco ao passado e vermos que em escândalos como o caso BANESTADO, Vampiros da Saúde e tantos outros, bilhões foram desviados para paraísos fiscais e tudo acabou em pizza...
Antonio
14/02/2014 19:23
Sr. Carlos, pela sua boa escrita, provavelmente o senhor não precisa de atendimento desse hospital.
Provavelmente o senhor tem condições de ser atendido em hospitais de centros maiores.
Ajudei e ainda contribuo para esse hospital, pois quando precisei fui atendido pelo SUS, e de minha parte não podemos deixa-lo fechar, porque é o único da nossa cidade, e se eu fosse prefeito nem que respondesse criminalmente, mas nunca deixaria chegar nessa situação, de deixar fecha-lo por falta de repasse que é destinado para o Hospital pelo fato de uma burocracia burra, onde muitos nos roubam e não são presos.
Eu tenho sentimentos VERDADEIROS, e farei de tudo para preservar o nosso hospital aberto a todos os Gasparenses e demais cidadães de outras cidades que vierem a precisar dos serviços médicos, MAS e senhor e o sr. Celso Zuchi, independe do cargo, o que fazem para deixa-lo aberto?
Schirlei Maria de Souza Teske
14/02/2014 19:11
Não é caso ter dinheiro ou não ter o dinheiro. Pagar ou não pagar. É caso ter atendimento correto e prestação de conta. Todos sabem que nosso hospital sempre falta médico, não tem atendimento pra quase nenhuma especialidade. Como explica a verba de 245 mil reais que destina a hospital, e nunca usada corretamente? Cade a prestação de conta? Criticar prefeito é fácil. Mais compreender que ele tem que manter CAR, porque o hospital nega atendimento e ainda tem cara de pau de liga pra peguntar se eles tem médico, porque apesar ter ganho a verba o hospital esta sem no momento, isso ninguém ver. Sabe que mais engraçado porque não dar hospital pra prefeitura de uma vez? Sinceramente acho que tem algo mas que tabela defasada do SUS, verba que não chegou. A PRA TODOS OS CRÍTICOS DE PLANTÃO NOSSO HOSPITAL E filantrópico ISSO SIGNIFICA QUE TAMBÉM ATUA COMO 40% PARTICULAR. Grandes plasticas... são realizadas ali. ALIAS HOSPITAL SANTO ANTONIO TAMBÉM E filantrópico E NÃO S VÊ ELE FECHANDO TODO MÊS
Didi
14/02/2014 15:15
Por quê os jornais não fazem uma enquete popular "mas na rua" para saber da população "e não dos comerciantes" se ela quer um hospital funcionando ou a Prefeitura no prédio da bunge?
Com certeza vão escolher o hospital, aí conseguiremos mais pontos a favor do hospital e da população.
Carlos
14/02/2014 10:02
Pelo visto, muitos dos que criticam aqui, não acompanham ou não acompanharam as divulgações nas mídias do andamento deste processo. Existe o legal e o não legal. Não pode a prefeitura renovar convênios/contratos e repassar verbas se não houve a devida prestação de contas do exercício anterior.Se a prefeitura apenas renovasse o contrato, o prefeito poderia entrar em improbidade administrativa e poderia sofrer sansões por isso, inclusive ser caçado, pois o dinheiro que está sendo destinado ao hospital é público e deve haver a prestação de contas onde foi gasto cada centavo do que foi repassado. Neste impasse, o único caminho legal para esses repasses, seria através da justiça, o que isenta o executivo de qualquer ilegalidade até que seja encontrado um caminho legal. Muitas vezes as pessoas aqui criticam apenas pela emoção, não procuram entender o processo e para isto, basta se inteirar do que está sendo divulgado diariamente nas mídias.
Carlos
08/02/2014 15:52
Se pensarmos dessa forma, aí fica difícil. A Constituição Nacional garante que, todo cidadão brasileiro tem direito a educação, a segurança, a saúde, etc... Para eu fazer um curso superior, tive que pagar, para eu ter um pouco de segurança, tive que montar uma parafernalha de alarmes, cercas elétricas, grades de ferro, etc, para eu ter direito a saúde, tenho que pagar um plano privado. Tudo isto, teria eu direito de ter gratuitamente, pois pago meus impostos, mas não tenho, então tenho que fazer eu algo por mim ou vou padecer. Assim é o nosso hospital. Ele não pertence ao município, nem ao estado e nem a União, pertence a nós e cabe a nós mante-lo, com ajuda da prefeitura ou não, com a ajuda do estado e da União ou não. Criticar a atual administração do hospital, desculpem-me, mas não é por aí. Se alguma administração anterior não administrou como deveria, temos que agora resolver esse problema. Infelizmente, algumas pessoas somente vão lembrar do hospital quando necessitarem dele e aí, se não forem atendido como desejam, saem por aí apenas falando mal, mas fazer alguma coisa para melhor, não...
Antonio
07/02/2014 20:22
Esse prefeitinho insensível não buscou a solução pela conversa, agora na justiça quero ver se não vai repassar o recurso do hospital, que é um recurso que vem do governo federal.

Certamente quer desviar esse dinheiro para pagar o prédio da Bunge.

Votei nesse cara para prefeito, ele e sua turma vão vim aqui em casa novamente pedirem votos.....
Maicon Stiehler
07/02/2014 13:03
Doação para o hospital?
Com tanto imposto que é pago nesse pais,com esse dinheiro todo sendo gasto em copa do mundo,não prestam contas nem pra prefeitura quem dera pra população!!
Outra coisa quem disse que a população não ajuda?
Pra onde vai os impostos fruto do trabalho de todos?????
Carlos
07/02/2014 11:31
Rafael, estás corretíssimo. Criticar é fácil, mas fazer algo para ajudar, aí eu não, os outros que façam. Se lembrarem, o Hospital estava fechado a alguns anos e afundado em dívidas. Uma empresa da região conduziu o processo de liquidação das dívidas, reforma total do Hospital, viabilizou sua reabertura e o que os gasparenses estão fazendo para ajudar a mente-lo ? Criticar o governo municipal é fácil, criticar a atual administração do hospital também é fácil, porém devemos entender que as coisas devem ser feitas dentro da lei, basta ler as reportagens deste jornal e ou acompanhar o assunto nas mídias regionais para entendermos o processo. Quanto a entregar para as freiras do Santa Isabel, como foi colocado aqui, devemos também saber que, todas as freiras que residem hoje no Santa Isabel, são pessoas já idosas e a perspectiva de novas freiras, é muito remota... Ninguém mais quer trabalhar ou se dedicar a filantropia. Diferente do hospital de Gaspar, o Santa Isabel possui um grupo de empresários que colaboram permanentemente, com adoção de apartamentos/quartos onde eles fazem as devidas manutenções, e outros... Tirando o Sr Sérgio Wladrich e talvez um ou outro mais, quem de Gaspar está colaborando com o Hospital ? Tudo bem que pagamos impostos, mas também não podemos ficar esperando que alguém faça tudo por nós, devemos também buscar soluções. Talvez a ideia do Rafael seja viável, porém não algo obrigatório e valor fixado, mas criar um plano onde qualquer um possa colaborar da melhor forma que lhe convier.
Rafael Filipi Pereira
05/02/2014 12:55
Boa tarde a todos,

Só quem trabalha em hospitais sabe como é dificil a administração, o povo não sabe o que é o termo "Glosa".
Este termo é citado quando as contas dos pacientes não são pagas pelos convênios.
Hospital não é como uma empresa onde se vende e recebe.
Já que a política não atende ao nosso hospital sendo que é uma obrigação, nós deveríamos ajudar.
A população está ciente que existem gastos como compra de medicamentos, materiais de conservação, materiais de higienização entre outras despesas, não é só a folha de pagamento dos médicos.
Solução: Já que o poder público não repassa, nós devemos ajudar.
As vezes só reclamamos do mau atendimento, mas não sabemos a condição de trabalho a quem nos atende.
Se a política obriga que devemos pagar R$ 50,00 reais de imposto para caminhão pipa passar em nossa rua, nós vamos aceitar porque é obrigatório.Agora se fosse obrigatório pagar R$ 50,00 reais por mês para manter o hospital o povo reclamaria.
Com certeza se a população pagasse em forma de boleto um valor obrigatório ao hospital, tenho certeza que a administração do Hospital prestaria contas a população.
CAR - Aonde serão encaminhadas as cirurgias, as gestantes ?

R: Prefeitura o hospital não tem só o custo do PA.
Antonio
03/02/2014 19:07
Rezar para não ficar doente.
Mas se ficar doente, correr para Blumenau.
Gaspar tinha que voltar a ser distrito.
#vergonha
Gabriel
03/02/2014 11:58
Uma pergunta: afinal, o Pronto Atendimento está totalmente fechado, ou está fechado somente para pacientes do SUS? Como fica para quem tem plano de saúde?
Gostaria desse esclarecimento, se alguém puder ajudar.
ACACIO JOSE BUZZI
03/02/2014 11:34
UMA DAS SOLUÇÕES DEFINITIVAS É ENTREGAR O HOSPITAL DE GASPAR PARA AS FREIRAS DO HOSPITAL SANTA ISABEL E AI VAI SE RESOLVER TUDO. O HOSPITAL SANTA ISABEL É ADMINISTRADO PELAS FREIRAS E FUNCIONA.
Givanildo Lana
02/02/2014 17:47
E uma pena se realmente fechar o pronto atendimento do hospital.Novamente ficaremos dependente de Blumenau que mau da conta de atender os seus paciente ainda terá que atender mais os gasparenses.O pior e que tudo paece s um jogo de empura.A prefeitura diz que não repassa porque o hospital não faz a prestação de contas e o hospital diz que sem o repasse não consegue atender.Quem sofre e o povo,aquele que quando o hospital fechou a outra se mexeu com a iniciativa privada e conseguiram reabri lo.Onde estão os políticos que subiram no palanque e diziam que eram candidatos do povo.E voçes vereadores que ainda estão de férias ,e que já deveriam estar tabalhando a tempo como um trabalhador normal pararesolver isto de uma vez. Provalmente não usam a saúde publica,por que se usassem cm certeza não deixaria fechar.So quem usa e precisa se deslocar a Blumenau sabe como e difícil.Tenho o meu pai doente e já tive que fazer isso muitas vezes e já escutei muito aquela frase.VOCE DE GASPAR TEM QUE SER ATENDIDO EM GASPAR. Mas atendido por quem se o nosso hospital esta sempre na UTI.
Pedro Jairo Nicoletti
02/02/2014 11:46
O Grande Projeto Petista...

Desintegrar a Família, criando uma cultura de dependência do estado, principalmente na educação, fazendo que o povo receba migalhas e colocando a culpa nas elites, mas pergunte para um petista quem é as elites? de onde vem o dinheiro? de onde vem os empregos? a manobra da dependência de bolsas de todos os tipo, torna o povo burro e na sua mais infinita ignorância dependente do governo, temos que abrir a mente desta juventude que esta a mercê de uma educação restrita a TV, a programas sociais forjados, a escolas que não dão educação de qualidade ou seja a um mundo que não existe.

O grande projeto do PT e de todos os políticos desonestos é criar uma educação manipuladora, insegurança pública, deixar o povo doente, criar dependência através de mecanismos de auxilio de todas as formas, onde se entra e nunca mais o cidadão vai sair, acha que esta condicionado a esta situação. "Enquanto um homem não trabalha, outro trabalha por ele", ou de onde você acha que sai o dinheiro para o Governo?

Agora vejamos na nossa cidade Gaspar, podemos olhar a 20 anos atrás até os dias atuais, O quando que Gaspar cresceu em habitantes, quantas novas empresas estão instaladas para impulsionar a economia e aqui temos uma parcela das elites segundo o PT, o quanto crescemos em infraestrutura, em segurança, em educação, em saúde.

A Verdade é que a cada dia os políticos estão criando "Castelos" para eles com o nosso dinheiro e deixando o povo na sua dependência, estão controlando a mídia, começando a controlar internet, deixando o povo cada vez com menos dinheiro através dos impostos e das dívidas de empréstimos.

Não tenho a menor esperança de melhorias, a família esta se desestruturando, os programas de TV são péssimos, só se fala em futebol, em carnaval e os partidos são tidos como um time de futebol não importa o que são, mas é o meu "time", é muita ignorância.

Parabéns a todos os políticos de Gaspar, que estão em suas amplas salas, confortáveis poltronas, ambiente climatizado, carros a disposição, assistentes, excelente remuneração e tudo mais que um político possa desejar. Enquanto o povo de Gaspar esta na fila enquanto houver atendimento, ou indo para cidades vizinhas se assim tiver condições.

Senhores políticos de Gaspar, vocês me envergonham e saibam que não faço parte desta parcela que esta sendo controlada.
LUIZ ORLANDO POLI
01/02/2014 15:47
Algum conterraneo meu foi consultado por esse "governo" se queria que seu imposto fosse aplicado em : ambulancias ! emergencias ! salas de cirurgias! bisturis ! oxigenio ! gaze ! antibioticos ou em gramados, bolas de futebol, chuteiras, calções meias, camarotes ? Eu não fui consultado !
Tania
01/02/2014 08:27
Incrivel como o hospital de Gaspar não sai dessa situação.
Na verdade hoje não podemos contar com este hospital pois muitas situações de emergencias nem são atendidas.
Meu sobrinho estava a uma semana com virose não se alimentava, com diarreia, foi encaminhado 4 vezes para o hospital, o medico mal olhava para criança alegava virose e mandava para casa.Sem alternativa fomos obrigados a pagar uma consulta particular o medico encaminhou meu sobrinho urgente para Hospital Santo Antonio onde ficou internado de segunda a sabado, os medicos do Hospital Santo Antonio ficaram impressionados com o descaso dos medicos de Gaspar.
E ai?
Onde está o juramento de salvar vidas?
Etica Profissional?
O dinheiro fala sempremais alto, e muitas pessoas acabam em muitos casos morrendo por falta de profissionais que cumpram com seu papel e juramento.
Isso e uma vergonha
Maicon Stiehler
31/01/2014 11:27
Isso ai ta virando uma palhaçada!!!
Pq o prefeito não faz que nem o de Brusque fez,decreta estado de calamidade publica na saúde e assume de vez o hospital !!!
Fernando Sergio Walter
31/01/2014 11:03
É lamentavel
mas a historia se repete, trabalhei 3 anos no HG que desde a reabertura ate hoje é sempre a mesma coisa, os médicos vem
de longe porque nenhum profissional da região que correr o risco de não receber, ética médica mesmo só o DR JOÃO o resto que passou pela entidade só queriam ver o dinheiro, salvo alguns que estão
parando por falta de pagamento, que alias não é só medicos é tambem
outros serviços exenssiais para o funcionamento do hospital. Hoje o
hospital não tem nem papel higienico, o piso é higienizado somente
com agua e pano.(Vigilancia cuidado). Acho que todas as administrações tem culpa inclusive a atual, porque sabendo das prioridades preferiu demitir as pessoas que trabalhavam e colocou outras criando cargos que não precisavam neste momento e com belos salarios, enquanto isso o operacional esta reduzido a quase nada. Na minha opinião deveria ter uma pessoa que fosse realmente administrador e não uma ex gerente de enfermagem que não sabe nem
o que é uma planilha...... É lamentaval..........
Marilene Ventura
31/01/2014 09:34
É sempre triste ver uma notícia desta no caso de Gaspar já tornou-se frequente ouvir este anuncio,a população cabe a revolta achar culpados e cobrar resultados.Concordo que seja um problema de gestão porém é importante lembrar que não é um problema de gestão só municipal.Claro nós iremos cobrar de quem está mais perto da gente.Mas o grande problema dos hospitais brasileiros é um problema federal.O que muitos não sabem é que por exemplo a tabela SUS que faz o repasse de procedimentos aos hospitais paga valores insignificantes pelos procedimentos esta sem ser revista a anos,enquanto a inflação chega ao povo brasileiro a reajuste desta tabela não é feito e os hospitais acumulam dívidas enormes.Então tá na hora de cobrarmos os resultados os investimentos de nossos impostos,saúde e educação de qualidade.Mas o problema é que nos esquecemos muito rápido de cobrar os nossos direitos é só começar a novela que o povo já esqueceu a notícia do jornal que milhares de pessoas morrem nos corredores dos hospitais.#ACORDABRASIL
vilson amorim
31/01/2014 09:32
Pendências na prestação de contas? me pegunto se as pendencias são anteriores a essa administração do hospital, porque somente agora a administração publica vem cobrar explicações e solução para esse problema, a prefeitura não possui uma fiscalização competente na prestaçao de contas de serviços ao municipio somente agora notar essa falta de prestaçao. no meu ver isso e conveniente a administraçao municipal
Alessandro
31/01/2014 09:15
Eu penso que este hospital devia ser fechado ou então investir pesado para se manter sempre aberto. Pois passa ano sempre tem um novo capítulo desta novela. Alguns dizem ser culpa da atual diretoria. Outros falam que a culpa é da anterior diretoria. E tem ainda os que dizem ser culpa da prefeitura. Puxa que enrolação. Com certeza alguém fez alguma sujeira que jamais vamos descobrir. Isso acontece em todos setores. Tem brasileiros que adoram levar vantagens sempre. Só querem vantagem e dinheiro, nada mais importa. A população pobre que se dane e que se exploda. Viva o 'Justo Veríssimo'. Primeiro que rico odeia pobre. E a classe rica do Brasil é muito burra. Um dos motivos que enche as pessoas de vergonha e de pobreza. Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando vejo pessoas que só querem levar vantagem com o melhor jeitinho brasileiro. Brasil, país do carnaval, dos estádios da copa, do mensalão, das multinacionais, dos banqueiros...
Jorge
31/01/2014 09:01
Todo mês essa baboseira, política é uma M*** mesmo.
Marcelo Silva
31/01/2014 08:40
Essa é a consequencia do voto errado!
Quando a cabeça não pensa, o povo padece.
Felipe
31/01/2014 08:18
Pendências na prestação de contas? o que será que está errado? alguém forrou o bolso com dinheiro do hospital e agora estão devendo explicações ao tribunal de contas? Ao meu ver, não há nada de tão difícil assim em declarar as origens e destinações do dinheiro, a não ser que hajam destinações ilícitas desses recursos. Mas uma vez a população paga o pato por administradores incompetentes que sugam dinheiro público. Se já está claro que existem pendências deixadas pela administração anterior do hospital, então o que falta ainda para cobrarem uma explicação, apurar as responsabilidades e tomar medidas a respeito disso?
sadi
31/01/2014 08:17
é só tira uma grande parte de pessoas que ai na prefeitura estão empregados senhor prefeito e que não fazem nada tão só pra Receber salario iço lhe ajudaria muito na situação do hospital...
Ciria de Aguiar
31/01/2014 07:54
Senhor Prefeito está na hora de mudar a diretoria este hospital,eu morrei em Gaspar teve uma época ,eu lembro muito bem esse hospital ia ,muito bem.Aquela diretoria fazia muito pra manter o hospital funcionando,hoje nada é feito pra manter .Essa pessoa que estão na parte da diretoria,esperam que a prefeitura tem que bancar com tudo ,em conto eles ficam com a bunda sentada na cadeira com ar condicionado, esperando tudo nas mão ai que sofre é o povo .Espero do senhor uma atitude mais drástica desta diretoria pois vou ser muito verdadeira com o,Senhor não morro ai nasci neta cidade,eu continuo votando ai confio no senhor .Senhor Prefeito espero que Senhor como uma Autoridade faça alguma coisa pra cidade de Gaspar .
Antonio
30/01/2014 21:53
Pelo amor de Deus prefeito, dinheiro para comprar a sede da Bunge tem, agora para manter o hospital não tem?

Nos explique o que o hospital tem que fazer para tribunal de contas aprovar as contas?

É sempre a mesma lenga-lenga.

Já que a prefeitura está abandonando o hospital, se precisarem faremos mais uma campanha para ajudar a manter o nosso hospital aberto.

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