Município aguarda análise da Caixa sobre projeto - Jornal Cruzeiro do Vale

Município aguarda análise da Caixa sobre projeto

16/08/2014

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Aprovado em outubro do ano passado pelo Ministério das Cidades, o projeto de implantação de sistema de esgotamento sanitário nos bairros Centro, Sete de Setembro e Santa Terezinha ainda atravessa a fase burocrática. O projeto e a documentação necessária foram encaminhados pela Prefeitura em julho, dentro do prazo estipulado. Agora, a Caixa Econômica Federal, responsável pela análise dos documentos e pela elaboração dos contratos, tem até o dia 31 de agosto para se manifestar sobre a situação dos documentos.

De acordo com o cronograma, o ajuste do projeto e dos documentos para emitir a autorização para a obra deve seguir até dezembro. Com isso, a expectativa é de que a licitação e o consequente início das obras ocorram no final do ano ou, mais provavelmente, no início de 2015. O projeto do sistema de esgotamento sanitário envolve ligações, rede coletora, estações elevatórias e estação de tratamento. O prazo estimado para a execução da obra, após a assinatura da ordem de serviço, é de 24 meses.

Ainda em outubro do ano passado, o município foi selecionado pelo Ministério das Cidades para receber R$ 39 milhões do governo federal para a execução da obra. Com o projeto, o município pretende levar tratamento de esgoto sanitário a mais de 25% da população, aproximadamente 15,5 mil pessoas que residem nos três bairros atendidos nesta primeira fase. 

Tratamento

A estação de tratamento ficará no bairro Lagoa, na Margem Esquerda, localidade que deve estar incluída nas etapas seguintes da rede de coleta e tratamento de esgoto. ?A área é ampla e foi pensada para receber a expansão futura do serviço de tratamento?, garante o prefeito Pedro Celso Zuchi.

Ainda não está definido se a operação do serviço, após a conclusão da infraestrutura, será incorporada pelo Samae ou se será repassada a uma empresa do ramo. ?Será uma migração do modelo individual de tratamento, que hoje ainda é exigido nas residências, para um sistema coletivo, que certamente trará um avanço significativo na área de saneamento?, conclui a gerente de Resíduos Sólidos do Samae, Fernanda Gelatti.

Edição 1614
 

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