Nova data: acusados de matar homem a tiros no Óleo Grande vão a julgamento em janeiro - Jornal Cruzeiro do Vale

Nova data: acusados de matar homem a tiros no Óleo Grande vão a julgamento em janeiro

10/01/2023
Nova data: acusados de matar homem a tiros no Óleo Grande vão a julgamento em janeiro

O Tribunal do Júri da Comarca de Gaspar começa 2023 com uma grande sessão. Está marcado para os dias 17, 18 e 19 de janeiro o julgamento de oito pessoas acusadas pelo Ministério Público de assassinar a tiros José Célio Fantoni, de 51 anos. O crime aconteceu em janeiro de 2020, na casa da vítima, no bairro Óleo Grande, em Gaspar.

Ao todo, sete jurados vão compor o Conselho de Sentença. Entre os acusados estão três mulheres (sendo duas filhas de José Célio) e cinco homens. O advogado gasparense Dr. Alessandro Jesus Mendes é responsável pela defesa de um dos acusados. Ele não se manifestou sobre o caso.

Outro julgamento

O julgamento dos acusados estava marcado para acontecer de 29 de novembro a 1º de dezembro de 2022. Os trabalhos foram abertos e os sete jurados foram escolhidos. Porém, menos de cinco minutos depois, uma das juradas passou mal e o socorro precisou ser acionado. Houve necessidade de encaminhamento ao Hospital de Gaspar e, diante da situação, o julgamento precisou ser adiado.

Lembre o caso

José Célio Fantoni foi assassinado a tiros dentro da própria casa na madrugada de 29 de janeiro de 2020. Quatro pessoas encapuzadas e armadas invadiram a residência e, simulando um assalto, mataram a vítima.

O crime aconteceu por volta da 1h. Inicialmente, uma das filhas de José Célio sustentou a versão de que estava dormindo e, ao levantar, se deparou com o criminoso, que a empurrou para o banheiro e exigiu que ficasse calada. Menos de dois meses depois, a Polícia Civil prendeu as três primeiras pessoas envolvidas e chegou à conclusão de que o crime foi motivado por questões familiares. “Concluímos que elas [as filhas] tinham atritos com o pai por ele ser muito rígido e o mataram para ficar com a casa, já que a mãe é falecida. Não havia nenhum registro de abuso sexual. Elas mandaram matar”, disse o então delegado de Gaspar, Bruno Fernando.

O último dos oito envolvidos foi preso em janeiro de 2021. Todos aguardam julgamento presos de forma preventiva até que o conselho de sentença decida sobre a inocência ou culpa dos acusados.

 

 



 

 

Edição 2087
 

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