Professor preso por crime de pornografia em Gaspar entra com atestado médico - Jornal Cruzeiro do Vale

Professor preso por crime de pornografia em Gaspar entra com atestado médico

22/08/2022
Professor preso por crime de pornografia em Gaspar entra com atestado médico

Na última sexta-feira, dia 19 de agosto, a Escola Honório Miranda recebeu um atestado médico para justificar a ausência do professor preso por crime de pornografia. O último dia em que ele ministrou aulas no educandário foi em 15 de agosto, um dia antes de ser preso por armazenar fotos pornográficas de alunas.

Há exatos dois meses, em 22 de junho, a direção da escola, comissão de disciplinas e alunos protocolaram uma denúncia e um pedido de afastamento do professor pelo crime de pornografia. De acordo com o coordenador regional de Educação, Jadir Booz, “a solicitação foi atendida no dia seguinte à prisão do professor [16 de agosto], porém a portaria ainda não foi divulgada por questões burocráticas”.

Não há informações sobre o teor do atestado médico. Segundo o coordenador, o atestado é uma prerrogativa da Lei, mas que não anula o pedido de afastamento preventivo. Quem vai definir se ele está doente ou não é o perito médico.

Relembre o caso

No dia 16 de agosto, a Polícia Civil prendeu em flagrante o professor de 31 anos que leciona na escola Honório Miranda, em Gaspar. A suspeita é de crime de armazenamento de fotografias e vídeos contendo cenas de sexo explícito envolvendo estudantes da instituição de ensino.

O professor foi preso em sua residência, no bairro Fortaleza, em Blumenau. No quarto do suspeito foram localizados e apreendidos dois notebooks, dois pen drives e um aparelho celular, onde foram encontradas fotos pornográficas de duas adolescentes que registraram Boletim de Ocorrência e de uma terceira aluna da escola, todas menores de idade.

No mesmo dia da prisão o professor foi colocado em liberdade após pagamento de fiança.

O professor

O professor foi contratado no início deste ano em caráter emergencial. Ou seja, com trabalho de apenas um ano de duração. Ele ministrava a disciplina de sociologia na Escola Honório Miranda e também atuava na Escola João Gaya, em Luiz Alves, de onde também foi afastado.

 

 
Edição 2069
 

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