
Um servidor da Prefeitura de Gaspar foi conduzido à delegacia de polícia sob suspeita de dirigir embriagado. O caso aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, dia 11 de março.
Em vídeo que circula pelas redes sociais (assista no final da matéria), é possível ver o carro do poder público parado quase em cima da rodovia e, logo atrás, a viatura da Polícia Militar. O motorista está encostado na viatura e é interrogado pelos policiais:
Homem: Qual é o crime?
PM: embriaguez ao volante. O senhor está preso. O senhor vai ser conduzido à delegacia.
Homem: Eu não estou preso.
PM: O senhor vai de boa ou (.... fim do vídeo)
Informações de pessoas que presenciaram a cena apontam que o homem estacionou o carro e não saiu de dentro do veículo. Houve a suspeita de que ele estivesse passando mal.
A Polícia Militar foi acionada e o homem recebeu voz de prisão por estar sob suspeita de embriaguez. O teste do bafômetro não foi realizado no ato da abordagem, segundo a PM.
O servidor em questão é efetivo da prefeitura desde 2015 e é funcionário da secretaria de Assistência Social. Informações extraoficiais dão conta de que ele está cedido para dirigir o carro do Conselho Tutelar desde fevereiro deste ano e que momentos antes da abordagem ele havia saído do órgão para entregar uma notificação.
Nas redes sociais, populares comentam que o homem sofre de depressão e estaria sob efeito de remédios. Não há informações concretas sobre o estado de saúde do servidor.
Em nota, a prefeitura de Gaspar se posicionou sobre o caso: “A Prefeitura de Gaspar reforça que todas as providências cabíveis serão tomadas e que não tolera a má conduta de nenhum servidor público. O motorista em questão é servidor efetivo desde 2015 e responderá processo administrativo e as sanções cabíveis, sendo afastado imediatamente de suas funções”.
“O Conselho Tutelar de Gaspar esclarece que os vídeos que circulam na internet envolvendo um servidor público detido pela Polícia Militar nesta sexta-feira, dia 11, não se trata de um Conselheiro Tutelar. O homem é servidor público efetivo, contratado como motorista, e estava cedido para o Conselho Tutelar para executar o serviço de acordo com suas funções. A Secretaria de Assistência Social já está ciente dos fatos e está tomando as devidas providências. O conselheiros Tutelares repudiam tais atitudes”.


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