O tatuador Adriano Mateus, 31 anos, foi condenado a 13 anos de reclusão em regime fechado pelo assassinato a tesouradas de Dijone Deschamps, 27, no dia 8 de janeiro de 2012, em Jurerê Internacional, em Florianópolis.
O júri popular terminou por volta das 18h30 desta terça-feira, no Fórum da Capital. Segundo a sentença divulgada pelo juiz Marcelo Pons Meirelles, Mateus não poderá recorrer da decisão em liberdade.
O pai da vítima, Pedro Paulo Deschamps, que acompanhou o julgamento na Capital, considerou a pena baixa, mas se disse mais aliviado com a condenação.
Edição 1618
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O tatuador Adriano Mateus, acusado de matar o gasparense Dijone Deschamps em janeiro de 2012, em Florianópolis, confessou a autoria do assassinato na tarde desta terça-feira, dia 26, em júri popular realizado no Fórum da Capital. Mateus teria afirmado que atingiu a vítima com duas tesouradas para se defender de uma suposta reação da vítima. Ele negou ter dado os 23 golpes de tesoura que a promotoria acusa.
Mateus também negou a tentativa de assalto a um grupo de mulheres no estacionamento em que ocorreu o crime e disse ter fugido por medo de ser linchado. O promotor que atua no caso destacou que Mateus já responde a 28 boletins de ocorrência por roubos e furtos no Estado e refutou a tese de legítima defesa. No final da tarde o julgamento entrou na fase de debates, que iniciou com a fala do promotor.
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Adriano Mateus, 31 anos, acusado de assassinar o gasparense Dijone Deschamps, então com 27 anos, em janeiro de 2012, será julgado na tarde desta terça-feira, dia 26, em Florianópolis. O julgamento está marcado para começar às 13h30, no Fórum da Capital.
O pai de Dijone, Pedro Paulo Deschamps, 57 anos, conta que a família confeccionou camisas com o rosto de Dijone e irá a Florianópolis para acompanhar o julgamento na expectativa da condenação do acusado. ?Nossa esperança é de que a justiça realmente seja feita. Queremos que ele fique preso para que não cometa mais crimes, não cause dor a mais uma família?, conta o pai.
O crime ocorreu no dia 8 de janeiro de 2012, no estacionamento de uma danceteria em Jurerê Internacional, em Florianópolis. De acordo com informações da Polícia Civil, o autor do crime, Adriano Mateus, abordou um grupo de cinco pessoas (quatro mulheres e um homem) no estacionamento próximo à festa para cometer um roubo.
A vítima teria reagido e levado 20 golpes de tesoura. Dijone chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Mateus foi preso em flagrante meia hora depois pela Polícia Militar caminhando na praia. No momento da abordagem dos policiais, o acusado estava com uma tesoura com vestígios de sangue na mochila. Segundo informações da época, Adriano já possuía passagens pela polícia por casos como roubo, furtos, lesão corporal e violência doméstica.
Dijone se formou em relações internacionais e era natural de Gaspar, mas na época do crime morava em Florianópolis.
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AssassiAdriano Mateus, 31 anos, acusado de assassinar gasparense |
| Família aguarda por justiça | ![]() |
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Julgamento acontece na tarde de terça-feira, 8 de agosto, em Florianólopis |
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