
Nesta quarta-feira, 13 de julho, a Associação das Micros e Pequenas Empresas (Ampe) reuniu empresários do setor têxtil com o objetivo de traçar ações direcionadas ao fortalecimento da marca Capital Nacional da Moda Infantil. O presidente da entidade, Douglas Junkes, trouxe um workshop ministrado pelo designer Lucas Lenzi (Atom Inovação e Design) e contou com a presença do coordenador do Núcleo de Construção Civil da Ampe, Juliano Chiesa, que apresentou um projeto para construção de um centro de compras da Moda Infantil.
Lucas Lenzi levantou, junto aos empresários, ideias e possibilidades para fortalecer o uso da marca Capital da Moda Infantil na região. Sugestões em torno de estratégias de marketing, integração entre o empresariado local, exploração do turismo, bem como do parque hoteleiro estão entre as propostas apresentadas. Já o empresário Juliano Chiesa apresentou ao grupo a possibilidade de viabilizar a construção de um centro comercial de compras da moda infantil no município. De acordo com a apresentação, o terreno de 10.000 m² está localizado junto ao Contorno Urbano de Gaspar, na Avenida Santa Terezinha, no trecho 4, que interliga a rua São Bento à rua Rodolfo Vieira Pamplona, onde um galpão de 3.000 m2 já está em construção.
De acordo com o presidente da Ampe, Douglas Junkes, o workshop realizado especificamente junto aos profissionais da área têxtil, oferece a possibilidade de ser mais assertivo na construção de soluções que que possam promover a marca Capital da Moda Infantil. “É primordial que possamos focar em ações direcionadas ao setor promovendo o setor têxtil e a geração de emprego e renda para nossa região”.
Gaspar foi declarada oficialmente a Capital Nacional da Moda Infantil em 15 de junho de 2022. Desde então, entidades e poder público vem se reunindo e traçando linhas de ação a fim de potencializar o título gerando mais visibilidade para o setor têxtil. A indústria têxtil emprega no município cerca de oito mil colaboradores de forma direta e é responsável por quase 40% do PIB no município. Ao todo, são aproximadamente 870 empresas de confecção, 480 facções e 85 tinturarias, fiações, tecelagem e outros. Cerca de 60% dessas empresas são voltadas para o setor infantil e 50% desta produção é comercializado para grandes magazines do país.



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