
De acordo com o Ministério da Saúde e o Instituto do Sono, as dificuldades em dormir nas horas do descanso podem trazer prejuízos em curto e longo prazo. Existem quatro fases no sono que podem ser prejudicadas. O primeiro abrange 10% da noite, quando ocorre a liberação da melatonina no organismo, que induz a sonolência.
Segundo os órgãos, a etapa 2 alcança 45% da noite, período que diminui o ritmo cardíaco e respiratório, conhecida como o ?sono leve?. Na terceira raia está a etapa quando o corpo funciona mais lentamente e o metabolismo cai, com 25% do descanso. O coração passa a bater em ritmo mais lento e a respiração também fica mais leve. A última fase acontece em 20% da noite. É a fase do sono profundo. É nesse período que ocorre o sonho, sendo que a pessoa tem descargas de adrenalina e há picos de batimentos cardíacos e pressão arterial.
Durante as três primeiras fases do sono, o corpo economiza energias, promove a restauração de tecidos, o aumento da massa muscular e libera o hormônio de crescimento. Já na quarta fase, há a consolidação da memória e do aprendizado. Quando a pessoa está dormindo e é acordada, ela volta imediatamente à fase 1 do sono, comprometendo esse processo e consequentemente o dia seguinte de atividades profissionais e familiares.
Mais distúrbios
O sono também pode ser agrupado em quatro categorias principais, sendo a dificuldade de adormecer ou permanecer dormindo, problemas para permanecer acordado e para conseguir manter uma rotina regular de sono, além do comportamento incomum durante o sono. De acordo o Ministério da Saúde, os fatores comuns associados à insônia têm origem à doença física, depressão, ansiedade e consumo de cafeína e drogas.
Os sintomas de um mau sono costumam variar muito de um distúrbio para o outro, como dificuldade para adormecer, no caso de insônia, ou comportamentos anormais durante o sono, como levantar da cama e caminhar.
Edição 1683
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