Entrega de correspondências é ampliada na Rua Antônio Schmitz, no Belchior - Jornal Cruzeiro do Vale

Entrega de correspondências é ampliada na Rua Antônio Schmitz, no Belchior

06/04/2018
Entrega de correspondências é ampliada na Rua Antônio Schmitz, no Belchior

Por jornalista Franciele Back

Desde o dia 2 de abril, mais uma parcela dos moradores da Rua Antônio Schmitz, no bairro Belchior Alto, está recebendo as correspondências em casa. Isso porque os Correios ampliaram a entrega do serviço do número 620 até o número 2.500, que já é considerada área urbana do município. Até então, os moradores precisavam se descolar até à Superintendência do bairro para retirar cartas, contas e outras correspondências.

Para a moradora Cristiane Schmitt, estender o serviço irá facilitar a vida da comunidade. “Pode parecer de pouca importância para a maioria das pessoas, mas para quem não tinha este privilégio, é muito bom saber que agora podemos contar com a melhoria. Há muitos anos solicitávamos este serviço e era uma reivindicação de todos os moradores da rua”.

Conforme explica o superintendente estadual de Operações dos Correios, Marciano da Silva Vieira, agora, o próximo passo é atualizar os endereços junto aos remetentes. “O morador precisa verificar se o enderenço da sua casa está com o CEP, nome e a numeração correta. Dessa forma, ele conseguirá receber as correspondências em casa”.

Para receber as correspondências em casa é preciso que a rua seja área urbana e que a via esteja nomeada com a placa de identificação, além de que a residência possua numeração. Segundo o superintendente, é necessária, ainda, uma numeração lógica na via, ou seja, do lado direito números pares e do lado esquerdo os números ímpares em ordem crescente. “Depois de avaliarmos se o local atende aos requisitos necessários, nós verificamos a possibilidade de atendimento do serviço e de que forma será feita a entrega, se por meio de bicicleta, moto ou carro”, diz.

“No último dia 04 de abril, eu recebi a minha primeira correspondência no portão da minha casa e realmente foi uma sensação de realização. Não devemos ficar parados esperando as coisas caírem do céu. Temos que buscar os nossos direitos e procurar ajuda”, finaliza a moradora.

 

Edição 1846

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