
Após meses sem resposta, a família de Marli Aparecida de Lima, 41 anos, desaparecida desde agosto do ano passado, recebeu informações sobre o caso nesta semana. Um exame de DNA confirmou que a cabeça encontrada em setembro do ano passado às margens do rio Itajaí-Açu, em Navegantes, era de Marli. Por estar em avançado estado de decomposição, a família da mulher não conseguiu reconhecê-la. A identificação veio através de um exame de DNA, solicitado pela Polícia Civil de Gaspar e divulgado somente nesta terça-feira, dia 10.
De acordo com o delegado do município, Egídio Maciel Ferrari, a partir de agora as investigações seguem para solucionar o homicídio. ?Até então, trabalhávamos apenas com o desaparecimento e não com um crime de homicídio. Como já estamos trabalhando no caso há um bom tempo e já ouvimos várias pessoas, a investigação está adiantada?, afirma.
Marli morava no bairro Coloninha e foi vista pela última vez no dia 28 de agosto de 2014. Segundo a filha, Vivian de Lima, a mãe teria saído sem os documentos, informando que iria dar uma volta. Desde então, a família não conseguiu mais entrar em contato com ela e nem informações sobre o caso. Em outubro, familiares e amigos realizaram um protesto pacífico em frente à delegacia de Gaspar, cobrando respostas. Marli vivia com Vivian e outro filho de 11 anos de idade. Ela trabalhava como diarista na cidade.
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Edição 1661
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