Júri popular decide destino de filho e nora acusados de matar idoso em Gaspar - Jornal Cruzeiro do Vale

Júri popular decide destino de filho e nora acusados de matar idoso em Gaspar

07/03/2017
Júri popular decide destino de filho e nora acusados de matar idoso em Gaspar

O destino do casal Fábio Melo e Márcia Diogo será decidido a nesta quarta-feira, 8 de março. Isso porque a partir das 9h, no Auditório da OAB de Gaspar, eles serão julgados pelo assassinado de João de Melo, ocorrido em 24 de dezembro de 2015.

Fábio é filho da vítima e Márcia, nora. Eles foram presos no dia 16 de março de 2016, três meses após o crime, na cidade de Presidente Nereu. No dia da prisão, o delegado Egídio Maciel Ferrari, responsável pelo caso, afirmou que não existem dúvidas de que a dupla participou do assassinato. “Ouvimos testemunhas e pessoas próximas e chegamos à dupla. Trabalhamos com a hipótese de que a aposentadoria da vítima tenha sido um motivo para o crime, já que Fábio e Márcia sempre pediam dinheiro para comprar bebida”.

O juri de Fábio e Márcia será direcionado pela juíza da 3ª Vara Criminal de Gaspar, Dra. Graziela Schizuijo Alchini. A promotora Chimelly Louise de Resenes Marcon vai atuar na acusação.

Lembre o caso

João Melo foi assassinado em sua casa, na BR-470, na localidade do Morro Grande, em Gaspar, no dia 24 de dezembro de 2015. Investigações da Polícia Civil de Gaspar chegaram ao nome de Fábio Melo, filho de João; e de Márcia Diogo, nora da vítima; como suspeitos pelo assassinato. Os dois teriam ficado com o corpo na residência até o dia 26 de dezembro e, depois, fugido para a cidade de Presidente Nereu há cerca de 130km de Gaspar. “No trajeto, o taxista percebeu o mau cheiro que estava nas roupas da dupla e desconfiou, pois fazia corridas para João com frequência. O taxista disse que o cheiro era tão forte que teve que levar o carro à lavação no dia seguinte”, contou o delegado Egídio no dia da prisão dos suspeitos.

Fábio e Márcia foram presos na casa de familiares, ainda em Presidente Nereu. Agora, eles serão julgados e o caso finalmente terá um desfecho final.

 

 

Edição 1791
 

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