
O que era para ser uma área de lazer para as crianças do bairro acabou se tornando um local perigoso e pouco atrativo. A área de lazer instalada na rua Niterói, no bairro Margem Esquerda, possui um parquinho, um campinho de futebol e um espaço para realizar atividades. Porém, há algum tempo, o local não recebe a manutenção necessária, o que dificulta que ele seja utilizado pela comunidade.
Entre os principais problemas encontrados na área de lazer estão o estado dos brinquedos, que já estão enferrujados e quebrados, a grande quantidade de mato em todo o terreno e o lixo que se espalha pelo chão. João Rodrigues, morador da localidade, decidiu levar os filhos para brincar no local há alguns dias, mas indignou-se ao ver que no chão havia cacos de vidros e uma grande quantidade de mato. ?Essa situação é absurda?, ressalta. Outro morador, que preferiu não se identificar, afirma que o problema ocorre há muito tempo e que os pais não deixam mais os filhos brincarem no espaço. ?É muito perigoso ficar ali. As pessoas não são educadas e não jogam o lixo na lixeira e a Prefeitura não faz a limpeza?, destaca.
Manutenção
A manutenção dos parquinhos da cidade é feita pela Fundação Municipal de Esportes, FME. De acordo com o diretor-presidente da fundação, Renato Zimmermann, o quadro de zeladores da FME não estava completo até o início deste mês, quando novos profissionais começaram a ser chamados. Já com a equipe completa, a promessa é de que a limpeza e a manutenção dos espaços será realizada com mais frequência.
?Nessa época do ano é mais difícil deixar os locais totalmente limpos, já que o movimento é maior e o calor e a chuva fazem com que o mato cresça ainda mais rápido?, ameniza. Apesar disso, Renato aponta que a comunidade também deve ser responsável pela limpeza do parquinho. ?As pessoas também precisam se conscientizar e não deixar lixo?, orienta. Quanto ao estado dos brinquedos, o diretor-presidente afirma que eles passaram por uma restauração há cerca de três anos. ?Tudo precisa de manutenção, mas vamos fazendo aos poucos?, finaliza.
Edição 1668
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