
Uma reunião no início da semana na Câmara de Vereadores de Gaspar discutiu os casos de perturbação do silêncio, que vêm gerando diversas reclamações entre os moradores. O encontro reuniu representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Legislativo e comunidade, que debateram alternativas para que o número de ocorrências de perturbação do sossego alheio diminuía.
A melhor alternativa para essa redução, proposta pelo comandante da PM de Gaspar, capitão Heintje Heerdt, é passar a fazer o termo circunstanciado nas ocorrências em que houver reincidência. Dessa maneira, além de lavrar o boletim de ocorrência, o militar poderá apreender o aparelho de som. Ainda durante o encontro, o capitão afirmou que a criação de uma nova lei, como havia sido proposta pela comunidade, não seria eficiente. O comandante defende a correta aplicação das legislações já existentes.
O assunto passou a ser discutido de forma mais intensa há algumas semanas, quando a Associação de Moradores do Bairro Figueira deu início a um abaixo-assinado cobrando do poder público uma resolução para os casos de perturbação de sossego.
Edição 1646
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