Os moradores de Ilhota tiveram a chance de participar de uma audiência pública para discutir o Plano de Mobilidade Sustentável, PlanoMob, que deve ser elaborado pelo município neste ano. O evento aconteceu na Associação dos Servidores Públicos na última quinta-feira, dia 29 de abril, e contou com a participação de cerca de 40 moradores. Durante o encontro, os participantes puderam dar suas opiniões sobre as necessidades mais urgentes do município em relação à mobilidade urbana. A partir de agora, a Prefeitura de Ilhota passará a trabalhar na elaboração do plano, que precisa estar pronto até o final deste ano. De acordo com o assessor de Planejamento, João Roberto Vieira, a participação da comunidade foi muito importante, já que ela é a principal interessada na elaboração do Plano de Mobilidade. ?Esse será um trabalho que precisará da opinião dos moradores, porque eles sabem bem o que o município precisa. Será algo democrático para o bem de toda a comunidade?, destaca João. Conforme o assessor, os participantes do encontro receberam um questionário onde deram suas opiniões e informaram quais devem ser os trabalhos a serem feitos com mais urgência. Segundo a comunidade, mudanças e melhorias no transporte público municipal, pavimentação de ruas e construção de calçadas acessíveis a deficientes e idosos devem ser priorizadas na elaboração do plano. ?O questionário ficou com a empresa responsável pela elaboração, que vai analisar as sugestões junto com a Prefeitura. Esperamos que já no ano que vem consigamos verba para executar essas melhorias?, ressalta.
Questionário online
Os moradores que não conseguiram participar da audiência pública também poderão contribuir com a elaboração do Plano de Mobilidade de Ilhota. Ainda conforme João Roberto, o questionário será disponibilizado no site da Prefeitura, www.ilhota.sc.gov.br, e poderá ser respondido durante as próximas semanas. Após essa etapa, o documento passará a ser elaborado para ser encaminhado à Câmara de Vereadores para aprovação. O plano é uma obrigação de todos os municípios. Caso ele não seja feito, as cidades correm o risco de não receber verbas para obras de infraestrutura urbana.
Edição 1684
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