Pomerode pode entrar para o Guinness com a maior árvore de páscoa do mundo - Jornal Cruzeiro do Vale

Pomerode pode entrar para o Guinness com a maior árvore de páscoa do mundo

06/03/2017
Pomerode pode entrar para o Guinness com a maior árvore de páscoa do mundo

A Osterbaum, a árvore de páscoa da Osterfest, de Pomerode, pode entrar para o Guinness Book como a maior Osterbaum de ovos naturais do mundo. De acordo com Gicele Lanser Corrêa, presidente da Associação Visite Pomerode (Avip), a árvore tem mais de 25 metros de altura e deve receber 80 mil casquinhas, para superar a atual recordista, a cidade alemã de Rostock, com 76.596 casquinhas. “A montagem está sendo documentada por vídeos e fotos que serão enviados à organização do Guinness, que designou representantes no município que darão testemunho do recorde”, explicou Gicele.

Conforme a presidente da Avip, o resultado da avaliação do Guinness deve ser divulgado em até sete dias após o envio dos documentos.

Aposentado pinta as casquinhas

Para reunir as casquinhas, a organização da festa mobilizou voluntários em toda cidade. Conforme a associação, em 2016, a Osterbaum de Pomerode teve 120 mil casquinhas, mas nem todas eram naturais, algumas eram feitas de plástico.

“Este ano, contamos com o trabalho de um aposentado que desde novembro pinta as casquinhas, com uma pistola de tinta, para simular o efeito da pintura feita pelos primeiros colonos que viveram no município. Eles coloriam as casquinhas com beterrabas, tinta e flores. A Osterfest é considerada a festa mais alemã de tradição de páscoa do Brasil”, explicou.

9ª Osterfest

A 9ª Osterfest tem entrada gratuita e ocorre de 16 de março a 16 de abril, período em que a árvore ficará exposta no Centro Cultural de Pomerode. A expectativa dos organizadores é de que este ano o evento atraia um público de 200 mil pessoas.

“Para receber um número superior aos 190 mil de 2016, ampliamos espaços de contemplação da festa, com bancos para as pessoas aproveitarem o ambiente, mais ofertas em gastronomia, diversificação em cafés coloniais, mais vagas de estacionamento e outras opções”, diz Gicele.

 

 

Edição 1791
 

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