A tarde desta sexta-feira, 31 de março, foi marcada pela assinatura do contrato emergencial que mantém os serviços prestados pelo Coletivo Caturani em Gaspar. Com isso, a empresa continua responsável pelo transporte público da cidade pelos próximos seis meses. O momento marcou também a diminuição do valor da passagem, que passa de R$3,65 para R$3,60. A decisão foi tomada perante a imprensa local e contou com a presença do prefeito Kleber Wan-Dall, vice-prefeito Luis Carlos Spengler Filho e o secretário de Administração e Gestão Carlos Roberto Pereira, por parte da prefeitura; e do representante legal da empresa contratada, André Murcheski.
De acordo Roberto Pereira, três empresas participaram da licitação e a cidade não corre risco de ficar sem o serviço. “Venceu o menor valor, proposto pela Caturari. O que é uma boa notícia, já que a comunidade que depende do transporte coletivo se diz satisfeita com o serviço da empresa. O antigo contrato encerra no dia 4 de abril, dia em que começa o novo”, afirma. Ele reitera que as rotas e horários não sofreram nenhuma alteração, assim como o número de veículos na frota não foram alterados.
Já o vice-prefeito destaca alguns pontos importantes. “Não fizemos uma renovação do contrato. Nós abrimos novamente o edital da licitação e recebemos propostas de outras empresas que estavam interessadas em participar. Diante disso, proporcionamos maior transparência de todo o processo”, revela. O prefeito Kleber Wan-Dall enfatizou a fala do vice. “Toda a equipe se empenhou para que a comunidade tivesse a disposição um transporte de qualidade e confiança. O resultado é proveniente da competência desses profissionais”, conclui.
Quem também se posicionou na oportunidade foi André Murcheski, representante legal do Coletivo Caturani. “Queremos reconquistar o usuário que optou por outros meios de transporte e manter aqueles que utilizam do nosso serviço. O segredo é receber a demanda da comunidade e tentar melhorar aquilo que ainda não está perfeito. Hoje mais de 50% da frota tem acessibilidade. Temos o contato com os portadores de deficiência da cidade e sempre destinamos os ônibus especiais no horário em que eles desejam. Além disso, a depredação não acontece mais como antes, depois de conversas que tivemos com as diretorias das escolas, que repassaram aos alunos”.

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