
Os vereadores da bancada do PT e do Bloco Democrático tiveram rejeitado o pedido de uma audiência pública para discutir a possível construção de uma sede própria para a Câmara de Vereadores de Gaspar. O requerimento foi à votação durante sessão na terça-feira, 9 de maio, mas não foi aceito pelos vereadores dos partidos PMDB, PSC e PSDB. Ao realizar o requerimento para a realização de uma audiência pública, os vereadores entendem que estariam democratizando uma discussão com a comunidade, projetando o impacto futuro no que diz respeito a recursos e despesas. “O objetivo seria discutir com a comunidade a importância da construção da sede. Não temos nada a esconder e achamos no mínimo curioso a anulação de um recurso que seria utilizado para a construção de uma nova sede. Por que não deixar de pagar aluguel?”, questiona a vereadora e líder de bancada do PT, Mariluci Deschamps Rosa.
O vereador e líder do Bloco Democrático, Roberto Procópio, lembra que a discussão com comunidade faz parte de uma gestão democrática. “Fomos eleitos justamente para fazermos esta ligação com o povo e não vejo motivos para negar uma audiência para que a comunidade seja ouvida”.
Hoje, a Câmara de Vereadores de Gaspar paga, mensalmente, o valor de R$15 mil para utilizar o imóvel para os trabalhos da casa de leis. Em 2016, o Executivo Municipal doou para a Câmara um terreno para a sede própria fosse construída e as despesas com aluguel acabassem.
Participam da bancada do PT os vereadores Rui Carlos Deschamps, Mariluci Deschamps Rosa e Dionísio Bertoldi. Já o Bloco Democrático é composto pelos vereadores Cícero Giovane Amaro e Wilson Luiz Lenfers, do PSD; e Roberto Procópio, do PDT.

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